Médicos da Espanha denunciam possível fraude mundial e questionam “pandemia”

Cento e quarenta médicos espanhóis denunciam um possível desastre mundial provocado por autoridades

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Foto: Tribuna Diaria
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No último domingo (02), a Associação dos Médicos pela Verdade questionou, publicamente, a versão oficial do Coronavírus veiculada pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Os médicos se reuniram no Palacio de La Prensa, em Madri, com mais de quatrocentos profissionais da área.

Heiko Schöning, representante da Comissão na Alemanha, mencionou a existência de um relatório oficial do Ministério do Interior do governo alemã, indicando que o risco da pandemia foi superestimado e provavelmente o perigo representado pelo vírus chinês foi além do nível normal, encerrando com uma revisão de 04 pontos fundamentais das investigações das autoridades pela Associação de Médicos pela Verdade.

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No Brasil, outros pesquisadores de renome já alertavam para algo estranho na pandemia, dentro eles, o professor Marcelo Hermes de Lima.

As conclusões que foram destacadas são:

1 – Máscaras não são recomendadas.

2 – O confinamento de pessoas saudáveis ​​não é recomendado.

3 – Os testes não são confiáveis, portanto, nem as estatísticas de infectados.

4 – O número de mortes também não é confiável porque, embora os pacientes tenham coronavírus, eles geralmente morrem por outras patologias.

5 – Milhares de pessoas morreram devido aos tratamentos equivocados recomendados pela OMS, principalmente no início.

6 – Após autópsias na Itália, soube-se que eles morreram de coágulos e inflamação pulmonar, portanto, são recomendados anticoagulantes e anti-inflamatórios.

7 – Embora a OMS não admita, tecnicamente agora a epidemia acabou porque a mortalidade caiu drasticamente.

8 – O único estudo para avaliar as vacinas contra gripe e coronavírus é um estudo do Pentágono dos EUA em 2020  que constatou que a vacina contra a gripe AUMENTA os riscos de coronavírus em 36%.

9 – Mensagem dos médicos para a verdade

10 – A opinião médica não está sendo ouvida.

11 – Não somos negadores e reconhecemos a doença.

12 – A curva de epidemia, contágio e mortalidade caiu drasticamente.

13 – Os médicos opinam com rigor científico, documentação e fazemos isso dando nosso nome e sobrenome.

14 – O dogmatismo é típico da Idade Média, temos que superar esse estágio e questionar tudo para que a ciência avance.

15 – A transmissão ocorre apenas por espirros e tosse de uma pessoa com sintomas, não pelo ar, objetos, água, fala ou ar condicionado.

16 – Portanto, o uso permanente de luvas ou tiras de queixo não é recomendado, pois estão causando outras doenças respiratórias e da pele.

17 – O uso permanente de uma máscara produz doenças nas vias respiratórias superior e inferior, auto-contaminação, proliferação de microrganismos, pneumonia.

18 – O isolamento geral da população saudável não é necessário, pois na história da medicina sempre foi isolado com bons critérios seletivos apenas para os doentes.

19 – Muitas pessoas morrem por não terem os cuidados médicos corretos. Isso piora ainda mais a imagem, mantendo-os isolados por vários meses, situação imunossupressora.

20 – A OMS teve uma divulgação totalmente irresponsável de informações, divulgando estudos científicos não comprovados, eticamente proibidos.

21 – Os números divulgados confundem totalmente a população mundial. Não parece o mesmo dizer que 500 pessoas morreram do que dizer que 0,0001 de um país morreu.

22 – O dióxido de cloro tem uma tolerância muito boa, existem muitos depoimentos de médicos e pacientes que revelam uma grande melhoria na saúde, além de um amplo efeito anti-infeccioso para vírus, bactérias, fungos e parasitas. A Bolívia já autorizou oficialmente seu uso e, na Espanha, solicitamos que seja iniciado um estudo oficial para permitir seu uso.

23 – A hidroxicloroquina tem bons efeitos terapêuticos, mas não é um retroviral e possui muitos efeitos colaterais adversos, principalmente cardíacos.

24 – Devido ao manejo incorreto da situação na gestão da saúde, muitas situações graves de saúde foram causadas desnecessariamente, em muitos casos levando à morte, devido à falta de atenção médica na população, que poderia ter sido fornecida sem problemas.

25 – Os testes de PCR não detectam vírus infecciosos, mas detectam parte do material genético, mas podem ser de vírus de anos anteriores ou restos virais de vacinas contra influenza.

26 – 95% dos contaminados não apresentam a doença, embora a PCR tenha testado positivo, eles são pessoas assintomáticas.

27 – Pessoas assintomáticas não estão doentes nem são contagiosas.

28 – A situação é agravada pelo fato de os trabalhadores da saúde não receberem os elementos básicos de proteção.

29 – É importante esclarecer que a maioria dos médicos que morreram tinha outras doenças anteriores, principalmente cardiovasculares,

0 – O mesmo aconteceu com o resto das vítimas fatais, 93% tinham mais de 80 anos e apenas 5% foram tratados.

31 – Não é um vírus letal em si, como o Ebola ou o patógeno do antraz. Porém, pode agravar uma situação anterior de doença, se houver falta de atenção médica correta, podendo levar à morte a morte.

32 – As vacinas precisam de anos de pesquisa em várias fases. Não é necessário sair de forma imediata e irresponsável com uma vacina de emergência para um vírus não letal.

33 – Ao contrário do que está sendo feito, precisamos fortalecer nosso próprio sistema imunológico com os rios e praias abertos, ao ar livre, com alegria e sem o medo causado pelas medidas sanitárias erradas.

34 – Finalmente, os médicos pedem à imprensa e às autoridades governamentais responsabilidade e consciência.

*Com informações da Tribuna Diária