Facções são defendidas em jornais com dinheiro de magnata pró-drogas após ato de STF

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Após a decisão do ministro Edson Fachin que proibia operações policiais em favelas do Rio de Janeiro durante a “pandemia”, diversos jornais publicaram, nesta segunda-feira, um suposto estudo que apontava diminuição de mortes devido baixa presença policial. A publicação liga-se à narrativa do magnata pró-drogas George Soros, alvo de protestos no mundo inteiro por sua interferência em países através do financiamento de movimentos de extrema esquerda e proteção de criminosos.

As matérias de diversos sites são unânimes em dizer que a redução do policiamento, a partir da ordem de Edson Fachin, fez diminuir os enfrentamentos, salvando vidas. Eles afirmam que muitas dessas vidas salvas podem ter sido de policiais.

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A redução nos tiroteios, porém, deixou em paz milhares de criminosos, livres em suas atividades, mantendo desprotegida uma imensa parcela da população que já vive sob a jurisdição do crime organizado. Mesmo afirmando que precisariam mais estudos sobre o tema, o veredicto parece inquestionável para a maioria dos jornais que noticiaram os supostos estudos: polícia, para quê polícia.

A narrativa é a mesma dos grupos Antifa, que nos EUA, onde são classificados como terroristas, visam limitar ou neutralizar a presença da polícia em diversas regiões. O fim da Polícia Militar, no Brasil, é um pauta cara a entidades militantes ligadas às Nações Unidas e vem recebendo grande apoio dos jornais do país.

Além de Estadão, Valor, ZH e até a Agência Brasil, o G1 também publicou reportagem sobre o resultado do estudo cuja autoria é o “Grupo de Estudos dos Novos Ilegalismos”, da Universidade Federal Fluminense (UFF). O grupo é ligado ao site claramente de esquerda “Novos Estudos”, hospedado no site do UOL (grupo Folha). Trata-se de uma iniciativa do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (CEBRAP), órgão que atua com o dinheiro de parcerias nacionais e internacionais, como a Fundação Ford e Open Society, de George Soros.

O Cebrap foi criado em 1969, segundo o próprio site, “por um grupo de professores de diferentes áreas afastados das universidades pela ditadura militar, para ser um espaço de produção de conhecimento crítico e independente no Brasil”.

A entidade informa ser um “centro de pesquisa globalizado, mantendo parcerias internacionais com institutos, universidades, agências de fomento e associações civis de diversos países, como EUA, Reino Unido, Alemanha, França, Índia, China, México, África do Sul, entre outros”. Seus estudos influenciam ou “subsidiam” a formulação de políticas públicas através de seus monitoramentos.

É financiado por diversas secretarias da Prefeitura de São Paulo, além da Câmara de vereadores da cidade, mas também conta entre seus apoiadores e patrocinadores, com a Folha de S. Paulo e Valor Econômico, do Governo Federal, através do BNDES, além de entidades das Nações Unidas, como a OIT.

O projeto dos “Novos Estudos”, que tem apoio da Fundação Carlos Chagas, é de longe a iniciativa mais claramente de esquerda e preconceituosa contra religiões e costumes em geral, sob o argumento de defender grupos minoritários. Pretende ser uma revista científica de ciências sociais, anual, trazendo temas característicos como “subjetividades periféricas” e “bases da nova direita”, título de um artigo.

De autoria de A. F. de O. Pierucci, o artigo sobre o que entende como direita considera a “nova direita” como pessoas que se sentem ameaçadas por “crianças abandonadas, pelos migrantes mais recentes, em especial os nordestinos” e medo das “drogas, da indústria pornográfica” e da “permissividade geral”.

Em seu resumo, sentencia: “estamos às voltas com indivíduos arregimentáveis para causas antiigualitárias radicais e soluções autoritárias de direita”.

Magnata financia liberação de drogas e defesa de criminosos

A Open Society, do magnata progressista George Soros, financia iniciativas para a descriminalização de todas as drogas, pauta também cara a seu maior aliado no Brasil, o ex-presidente FHC. Defendido frequentemente pelos jornais diante de qualquer crítica, Soros também investiu em projetos para audiência de custódia.

Recentemente, diversos sites e blogs conservadores perseguidos nas redes sociais assinaram um protesto contra o magnata, intitulado “Não deixe Soros pensar por você”, que já está com mais de 26 mil assinaturas. O objetivo do protesto é entregar as assinaturas ao Congresso Nacional no dia 12 de agosto, que será fixado como o Dia Internacional de Combate a George Soros e sua interferência internacional.

Soros já se declarou publicamente inimigo de princípios como soberania nacional e despeja milhares de dólares pelo mundo em causas que visam enfraquecer liberdades civis e, mais recentemente, a liberdade de expressão. Soros financiou diversos “fact-checking”, mas já investe nos chamados “mediawatch” há décadas. É proprietário do portal de editoriais Project Syndicate, que congrega influenciadores da elite mundial e define editoriais dos maiores jornais do mundo, centralizando a opinião global permitida e classificando ideias opostas ao rótulo fake news.