Judiciário brasileiro tem pacto com Facebook e Twitter, dizem ex-funcionários

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Uma carta conjunta de denúncia, assinada por um ex-funcionário da Google e outros dois ex-funcionários do Facebook foi encaminhada aos membros do Comitê Judiciário da Câmara dos Estados Unidos, nesta quinta-feira (30). O tema está sendo publicado e comentado por toda a imprensa independente do Brasil e algumas do exterior.

O documento de seis páginas aponta uma série de acusações às redes sociais por censura aplicada aos conservadores ou liberais “mais alinhados à direita”, apoiadores de Jair Bolsonaro.

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Na carta,  Zach McElroy, ex-moderador de conteúdo do Facebook, Zach Vorhies, ex-engenheiro de software da Google e Ryan Hartwig, ex-criador de conteúdo da Google, afirmam que a censura “não é apenas uma preocupação doméstica”, mas uma pandemia global que infectou o mundo de uma maneira importante”.

A denúncia é clara: “O Judiciário Federal brasileiro age em conluio com o Facebook e Twitter”.

“A censura política tem infectado o mundo de forma significativa, incluindo o Brasil, onde o Judiciário Federal está em conluio com o Facebook e o Twitter contra o presidente Jair Bolsonaro. Facebook e Twitter são rápidas em ceder quando protegidas por uma máfia federal corrupta, (equivalente à grande mídia nos EUA) para fins puramente políticos. Triste, realmente.”

Ryan Hartwing trabalhou em projetos para a América Latina e explica que o Facebook atua favorecendo as pautas e até candidatos de esquerda, citando exemplo de eleições do México. Ele conta que o Facebook atua contra o partido nacionalista na Espanha, categorizando as pessoas do partido ou apoiadoras do partido Nacionalista da Espanha com rótulo de racista. Conforme Hartwing, trata-se de um expediente similar ao que é feito no Brasil contra apoiadores de Jair Bolsonaro.

Outro exemplo de censura é a feita no Facebook sobre a questão do aborto. Segundo Hartwig, para a empresa fetos não são vidas humanas. Em 2019, o Estudos Nacionais publicou uma denúncia de outro ex-funcionário do Google sobre a interferência internacional do site de buscas, que mantinha uma lista negra ocultando conteúdos pró-vida durante o referendo sobre o aborto na Irlanda, no qual a legalização saiu vitoriosa.

Hartwig é informante do Project Veritas e registrou toda a ferocidade esquerdista com que atuam moderadores e gestores do Facebook. Após perceber o grau de manipulação política e discriminação ideológica adotado pela empresa Facebook como norma e prática sistêmica, decidiu vazar gravações em vídeo que foram divulgadas pelo Project Veritas, nos EUA, conforme o Mídia Sem Máscara noticiou no artigo Tudo filmado: funcionários do Facebook orgulhosos por perseguir conservadores

Dessa vez, o relato de Hartwig, que conta com todos os registros possíveis e necessários para fundamentá-lo, foi encaminhado em uma carta conjunta aos membros do Comitê Judicial da House of Representatives.

A carta de Hartwig, no documento, está com outras duas: a de Zach Vorhies, engenheiro de software que trabalhou na Google, e a de Zachary McElroy, que também foi moderador de conteúdo no Facebook, e cujo conteúdo reforça o testemunho de Hartwig. Todos eles são informantes do Project Veritas, e desde dentro das dependências das duas gigantes da Big Tech, registraram e denunciaram tudo o que viram.

De acordo com o Mìdia Sem Máscara, o documento adquire importância central no presente momento do debate político internacional, pois as grandes empresas de rede social têm sido denunciadas quase que diariamente por arbitrariedades contra usuários conservadores, cristãos e judeus, e bloqueiam de forma imediata toda e qualquer informação relativa à hidroxicloroquina e ao êxito que médicos obtém usando a substância no tratamento de pacientes com o Covid-19. Isso porque é justamente a grande mídia, aliada de primeira hora das gigantes da “Big Tech”, que reitera que a situação é de “pandemia”.

A censura arbitrária aos apoiadores do presidente Jair Bolsonaro, protagonizada pelo juiz do STF, Alexandre de Moraes, contando com a pronta obediência das empresas Facebook e Twitter, agora, entra de vez no debate internacional e acaba por impor a necessidade de investigações sérias, bem como medidas jurídicas e políticas urgentes. Fica mais clara a articulação que leva Alexandre de Moraes a violar a Constituição e os direitos civis mais elementares.

Já Zach Vorhies denunciou o extenso regime de censura imposto pela Google ao Departamento de Estado entre junho e agosto de 2019. Em sua carta, ele conta o que viu na Google. No Brasil, a empresa tem aberta parceria com “agências de fact-checking” que alegam “monitorar fake news” para reafirmar narrativas da grande mídia.

Eu me demiti do Google após descobrir um amplo projeto de censura chamado “Machine Learning Fairness” ( N.doE.: algo traduzível como “Equidade de Aprendizado de Máquina”, ou, literalmente, “Máquina Aprendendo Justiça”). Esse projeto e seus subcomponentes representam um regime de censura que transforma o sistema aberto de Internet dos EUA em um sistema de Internet censurado, ao estilo chinês. Não é por acaso que esse sistema de “equidade de aprendizado de máquina” foi convenientemente acelerado nos produtos da Google imediatamente após a vitória de Donald Trump.

Vorhies observa ainda que “talvez o que há de mais chocante quanto à Google seja a vontade de cooperar com as Forças Armadas da China e compartilhar com eles sua propriedade intelectual de inteligência artificial, ao mesmo tempo em que encerra a cooperação com o Pentágono.”

Ele pede para que o Comitê Judicial da Câmara pergunte, nas investigações antitruste da Big Tech, se tecnologias da Deep Mind, dados de localização e históricos de navegador de usuários têm sido acessados direta ou indiretamente pelos militares chineses. Zach Vorhies também elenca outras questões a serem respondidas: “O ‘Machine Learning Fairness’ ainda é usado nos produtos da Google para alterar resultados de pesquisa? A Google centraliza ou compartilha seu algoritmo de moderação de conteúdo com o Facebook, Twitter ou Instagram?”

O testemunho do ex-moderador de conteúdo do Facebook Zachary McElroy, por sua vez, acusa a hipocrisia de Mark Zuckerberg em suas alegações de que zela pela pluralidade de opiniões e pelo equilíbrio no trabalho de moderação. Tanto dentro da empresa, como na gestão da gigantesca rede social, McElroy afirma que, no que depender do Facebook, não há vez nem voz para os conservadores:

Posso confirmar que, dos indivíduos e organizações nas listas de “ódio” do Facebook, não consigo lembrar de nenhum que não seja de direita. Por exemplo, a Antifa, uma organização violenta listada pelo Homeland Security com uma organização terrorista, está fora da lista, mas o comediante Gavin McInnes é considerado alguém no mesmo nível de Adolf Hitler.

Nos últimos dias, a Google tirou sites conservadores de resultados de pesquisa, o Twitter chegou a considerar a estrela de Davi “símbolo de ódio”, e censurou o próprio presidente Trump por compartilhar as declarações da médica Stella Immanuel. O site Mídia Sem Máscara denunciou que o Facebook promoveu bloqueio em suas postagens sobre o tema, que receberam o aviso do artigo sobre a censura a Stella Immanuel e o bloqueio sistemático da Big Tech ao debate sobre a possibilidade de tratamento com a hidroxicloroquina:

Sem possibilidades de cura acessível e barata, permanece o lockdown, que tem relativizado todas as liberdades civis  e acentuado o risco de falência generalizada das micro, pequenas e médias empresas. O que facilita, aos conhecidos potentados globalistas, a imposição do que chamam o “grande reset”, o grande reinício, e o “novo normal”, com o qual planejam dominar a sociedade, impor suas pautas, políticas, num ambiente onde só eles lucram. Em nome da “ciência” e da “saúde pública”, estarão dribladas e sabotadas de vez todas as democracias ocidentais, disse o site.

Leia na íntegra a denúncia de ex-funcionários do Google e Facebook que implica o STF