Netflix defende criança transgênero em série: “é importante confiar nas crianças trans”

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(Netflix/Screenshot/ChristianHeadlines)
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Recentemente a Netflix introduziu uma criança transgênero de 9 anos em uma de suas produções, a série infantil Baby-Sitters Club.

A trama conta a história de cinco irmãs adolescentes que abrem uma empresa para trabalharem como babás. No episódio 4, uma das irmãs – Mary Anne – é contratada pela mãe de Bailey para tomar-lhe conta. Mary Anne e Bailey fazem uma festa de chá no quarto de Bailey e, quando a criança derrama água em seu vestido rosa, Mary Anne abre o armário da garota para trocar a roupa. Mas ela só encontra roupas de meninos, revelando que Bailey é, na verdade, uma pessoa do sexo biológico masculino que decidiu mudar de gênero após.

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A personagem Bailey é interpretada pelo ator Kai Shappley, um menino de 9 anos que se identifica como sendo uma menina.

Depois de grande repercussão a respeito do caso, a Netflix se manifestou publicamente nas redes sociais, por meio da própria produtora do episódio, a escritora Rose Dommu, que também é transgênero (um homem que agora se identifica como mulher).

“O Baby-Sitters Club é uma atualização inteligente, doce e autoconsciente da amada série de livros sobre melhores amigas pré-adolescentes que iniciam um serviço de babá – literalmente empresárias! O BSC desta geração lida com os mesmos dramas de suas encarnações originais, com as circunstâncias atualizadas para 2020”, escreveu Rose usando a conta da Netflix.

E mais adiante completou:

“É por isso que é tão importante ouvir e confiar nas crianças trans e, ao mesmo tempo, construir um mundo mais gentil para elas crescerem.”

Para a ideologia de gênero, pouco importa o sexo biológico das pessoas. Os partidários de tal ideologia creem em um “gênero fluído”, que pode ser mudado à conveniência de qualquer um que queira trocar de gênero ao longo da vida.

Outra série envolvendo esta temática é a DeadEndia, também produzida pela Netflix e que contará com uma adolescente transgênero.