Região de Londres quer proibir consumo de carne para salvar o planeta das “mudanças climáticas”

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Photo/Mahesh Kumar A.
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O Conselho de Enfield, responsável por uma região de Londres, na Inglaterra, com uma população de mais de trezentas mil pessoas, elaborou um documento chamado Enfield Climate Action Plan 2020, onde prescreve diversas ações para conter as “mudanças climáticas”, reduzindo a emissão de carbono no ar.

“Nosso planeta está enfrentando uma ameaça existencial das mudanças climáticas”, diz o documento. “Dois anos depois, continuamos a testemunhar o aumento das mudanças climáticas. A transformação está ocorrendo em incêndios florestais sem precedentes na Austrália, inundações em Veneza, secas na Nova Zelândia e tempestades devastadoras no Reino Unido. Sem ação, isso será apenas o começo de um processo que pode ser imparável por atividade humana… O Conselho será neutro em carbono até 2030, mas devemos inovar para isso, levando em consideração ação ousada e às vezes impopular para combater o impacto das mudanças climáticas.”

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O plano (p.36) ainda prevê, no tópico de título “Influenciar o comportamento dos principais parceiros da Enfield, fornecedores e a economia como um todo para a transição para carbono baixo ou nulo”, que “todos os eventos realizados pelo Conselho de Enfield, em que é fornecido serviço de refeições, oferecerão apenas produtos veganos ou opções vegetarianas.”

A pandemia de coronavírus tem ofuscado a agenda militante dos ecologistas.

Greta Thunberg, a ativista sueca de 17 anos e conhecida por ser a mais famosa militante da causa ambiental na atualidade, colocou o coronavírus e as “mudanças climáticas” em posição de equivalência no começo da pandemia. Em abril, Greta afirmou que “enfrentamos a emergência climática e ambiental, porque precisamos enfrentar duas crises ao mesmo tempo.”