Jornalista da revista Rolling Stone diz que o termo “pró-vida” é racista e deve ser banido

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(OLIVIER DOULIERY/via Getty)
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Para o jornalista Jamil Smith, da revista Rolling Stone, o termo “pró-vida”, usado para qualificar pessoas ou movimentos contra a prática abortiva, deve ser banido porque, diz o jornalista, está a serviço da “misoginia” e “racismo”.

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“Este ponto não pode ser enfatizado o bastante. O termo pró-vida, tão freqüentemente usado a serviço não apenas da misoginia, mas também do racismo, deve ser aposentado junto com tia Jemima e o nome da equipe Redskins”, escreveu Smith em seu Twitter.

O tweet de Samil Smith menciona o caso da Tia Jemima, uma marca de cobertura panquecas e que tem uma mulher negra (Tia Jemima) estampada nas embalagens. A empresa Quaker Oats, proprietária da marca, decidiu redimensionar as embalagens do produto, alegando que o rosto ali ilustrado é “baseado em um estereótipo racial”.

Quaker irá remover mulher negra de embalagem da marca “Tia Jemima”; alega “estereótipo racial”

A alegação de estereótipo racial também atacou o time de futebol americano Washington Redskins, forçando-o a aposentar o nome Redskins (pele vermelha) e o logo, que ilustra um índio, dessa vez para não ofender o povo indígena. O time soltou um comunicado dizendo que “está aposentando o nome e o logotipo dos redskins após 87 anos.”