Ciência: Sociedade Brasileira de Infectologia diz que leite puro é racismo

Perfil oficial da Sociedade Brasileira de Infectologia diz que “leite puro é demonstração de racismo”

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Ao responder a um post anônimo no Twitter, que postou a foto de um copo de leite, o perfil da rede social da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) associou a imagem a uma mensagem racista e considerou a imagem uma ameaça. “Mais uma ameaça velada que recebemos e estamos tornando pública”, disse o perfil.

Na última sexta-feira (17), o perfil oficial da Sociedade Brasileira de Infectologia postou um informe esclarecendo que “Com base em dois estudos robustos publicados em 16/7 (EUA/Canadá e Espanha), a SBI acompanha sociedades médicas científicas internacionais e a OMS e recomenda o abandono URGENTE da hidroxicloroquina para qualquer fase do tratamento da COVID-19”.

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A postagem, que contém um link externo, leva a um documento, intitulado de “informe nº 16”, que desacredita o uso da hidroxicloroquina, mesmo com diversos estudos atestando a sua eficácia, bem como centenas de pessoas salvas pelo uso da substância.

Em resposta ao post, um perfil anônimo, postou a foto de copo de leite puro, em referência ao perfil, também anônimo, “leitadas_Loen” que na qual apareceu, no último domingo (19) em uma matéria do programa da Rede Globo, “Fantástico”, em decorrência de um estudo com a cloroquina e por uma defesa consistente a médica Nise Yamagushi.

Nesta segunda-feira (20), o administrador do perfil oficial da SBI, compartilhou o copo de leite e afirmou que: “O copo de leite puro é uma demonstração de racismo, pois – para pessoas carentes de luz – simboliza supremacia racial. Mais uma ameaça velada que recebemos e estamos tornando pública. Este perfil tem símbolos racistas, inclusive, @TwitterBrasil”.

O copo de leite puro não é uma demonstração de racismo como foi afirmado em março, pela mídia e pelos militantes de esquerda, após o presidente da República, em live, beber um copo de leite puro em apoio aos produtores de leite.

Estaria a Sociedade Brasileira de Infectologia tentando emplacar a narrativa?