Vacinas contra Covid-19 usam células de fetos abortados, alertam especialistas

No Brasil, a Fundação Leman está envolvida na polêmica

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Na corrida para produção de uma vacina contra o coronavírus (COVID-19), algumas empresas têm usado células de bebês abortados em sua composição, um fato já denunciado há anos por sites pró vida, com base em publicações científicas.

No Brasil, a polêmica envolve o nome de um dos maiores bilionários, o magnata Jorge Paulo Leman.

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Conforme informou o portal Precious Life, “Moderna, a empresa que ganhou destaque nas manchetes no desenvolvimento da vacina Mrna-1273 para combater a doença, usa células de bebês abortados. Suspeitas sobre a vacina foram levantadas após a verificação das patentes da Moderna e, em particular, o uso da proteína Spike (S). A idéia por trás do uso dessa proteína Spike em uma vacina com RNA mensageiro (mRNA) é ensinar o sistema imunológico do paciente a produzir seus próprios anticorpos protéicos para bloquear e destruir o vírus, para que a pessoa não seja infectada. No entanto, conforme detalhado em várias publicações científicas, a proteína Spike é produzida usando células fetais abortadas, conhecidas como HEK 293.”

Pesquisadores da Unidersidade de Oxford, na Inglaterra, também usaram as células HEK 293 para criar a vacina contra o COVID-19. O site Life News reportou que a Oxford está conduzindo um experimento em larga escala para testar uma vacina (ChAdOx1) contra o COVID-19, em países como África do Sul, Inglaterra e o próprio Brasil, feita a partir de uma linha celular fetal colhida de um bebê abortado décadas atrás.

Comentando a controvérsia em torno do tema, Alan Moy, fundador e diretor científico do John Paul II Medical Research Institutee e CEO da Cellular Engineering Technologies, confirmou ao Life News que a vacina ChAdOx1 usa células de fetos abortados.

“É um vetor de adenovírus de chimpanzé que realmente usa as linhas celulares HEK293 [derivadas de bebês abortados] para fabricação”, afirmou Alan Moy. E arrematou: “sim, é eticamente controverso.”

No Brasil, a Fundação Leman, do magnata Jorge Paulo Leman, anunciou no mês passado uma parceria com a Unidersidade de Oxford para testes da vacina ChAdOx1.

Em comunicado, a fundação disse que “no último final de semana (20 e 21 de junho), a Fundação Leman teve a oportunidade de celebrar com os parceiros envolvidos e especialistas responsáveis, o início dos testes em São Paulo para a vacina ChAdOx1 nCoV-19, liderada globalmente pela Universidade de Oxford”.