Burger King anuncia mudança na dieta de suas vacas para conter as “mudanças climáticas”

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AFP/Breitbart
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“Peidos e arrotos de vaca não são motivo de riso. Eles liberam metano, contribuindo para as mudanças climáticas. É por isso que estamos trabalhando para mudar a dieta de nossas vacas adicionando capim-limão para reduzir suas emissões em aproximadamente 33%”, escreveu a famosa empresa de fast food no Twitter.

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O Burger King justificou a nova dieta das vacas dizendo que:

“À medida que as vacas digerem sua ração, elas produzem muito metano. Esse gás de efeito estufa é liberado toda vez que as vacas arrotam e peidam o gás metano. O metano é considerado um dos principais contribuintes para o aquecimento global, tornando-o uma área-chave para buscarmos a meta do Acordo de Paris de 2016, de limitar o aquecimento global a bem abaixo de 2 °C e buscar esforços para limitá-lo a 1,5 ° C.”

Em 2017, o presidente Donald Trump anunciou que os Estados Unidos deixaria o Acordo de Paris, um dos principais documentos que lida com a famigerada “mudança climática” e que impõe severas restrições aos países signatários para que adequem suas economias a um modelo “verde”.

Naquela ocasião, Trump disse que os EUA iria “cessar toda a implementação do Acordo de Paris, os encargos financeiros e econômicos draconianos que o acordo impõe ao nosso país.”

Trump, ao lado de poucos outros líderes conservadores no mundo, sempre deixou claro seu ceticismo em relação à pauta climática. Para o presidente americano, a agenda do aquecimento global (ou mudanças climáticas) é uma forma de controle sobre o povo e mais um meio de justificação de imposição de pesados impostos.