Supremo escancara perseguição religiosa e endossa genocídio cultural no Brasil

Ministro Edson Fachin cria "abuso do poder religioso" para perseguir vozes cristãs na política

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O voto do ministro do STF, Edson Fachin, que cria a categoria “abuso do poder religioso”, abre as portas para a perseguição já existente aos cristãos no país. Com maioria cristã e conservadora, o Brasil tem visto sua população ser calada politicamente mediante artifícios jurídicos de militância cada vez mais audaciosa.

O “abuso de poder religioso” não existe na jurisprudência no Brasil, sendo uma invenção arbitrária e persecutória, pautada pela conduta frequentemente odiosa dos atuais ministros do STF. Há apenas abuso do poder político e econômico, mas o ministro pensa poder criar nova categoria específica para criminalizar a voz de cristãos na política.

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O político que for acusado poderá perder o mandato, de acordo com Fachin, já a partir das eleições municipais deste ano. Os cristãos vêm se tornando a principal voz conservadora na política dos últimos anos.

Os ataques contra uma das comunidades religiosas mais perseguidas e caladas do mundo, junto dos judeus, já vêm ocorrendo há algum tempo.

No início do ano, o então presidente do STF, Dias Toffoli considerou como “liberdade de expressão” o filme que retratava Jesus Cristo como um homossexual, feita para provocar cristãos durante o Natal. A provocação foi seguida pelo ministro Toffoli, que defendeu o grupo Porta dos Fundos, autor do filme.

Perseguição a conservadores e à liberdade de expressão

Ao mesmo tempo, a liberdade de expressão de conservadores e cristãos é negada a todo momento, com jornalistas e blogueiros sendo caçados como criminosos, associados a crimes com a ajuda da mídia que tem a credibilidade ameaçada pela liberdade nas redes sociais. Nesta sexta-feira (26), o jornalista Oswaldo Eustáquio se tornou o quarto preso político do regime de terror instalado pelo Supremo.

A perseguição começou com a invenção do rótulo fake news, frequentemente associado a conservadorismo político ou meras críticas à esquerda, seguido por “gabinete do ódio”, mirando grupos e sites, até chegar ao indivíduo, prendendo e perseguindo jornalistas com base em notícias de sites de extrema esquerda.

Neste ano, a editora Estudos Nacionais publicou o livro Cristofobia: a perseguição aos cristãos no século XXI, do escritor espanhol Luis Antequera, que pode ser adquirido na Livraria Estudos Nacionais.

 

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