Inquéritos sigilosos do STF teriam sido encomendados por partidos de extrema esquerda

0
Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil.
Anúncio:

Em um vídeo no seu canal do Youtube, o jornalista Bernardo Küster informou que teve acesso ao chamado Inquérito dos Atos Antidemocráticos, sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes, que foi usado para as buscas e apreensões na residência de jornalistas, blogueiros conservadores e até deputados governistas.

O jornalista informa que as buscas e apreensões atenderam a pedidos de partidos, principalmente PT e PSOL, acatados pela PGR e assinados por Alexandre de Moraes. Segundo ele, o inquérito contém ainda quatro pedidos para a inclusão do presidente Jair Bolsonaro, usando como embasamento notícias de sites extremistas, como Diário do Centro do Mundo e Carta Capital.

Anúncio:

Textos opinativos desses sites teriam sido usados como fundamentação para os mandados de busca e apreensão e pedidos de prisão, como foi o caso emblemático da ativista Sara Winter.

“Notícia jornalística, opinião de jornalista, não configura prova ou indício para processo ou inquérito”, lembra Küster. “No máximo, elas podem servir para corroborar um fato ou explicá-lo, mostrar a repercussão, mas nunca funcionar como uma prova… Pode ser um pequeno elemento de prova, mas nunca justificar prisão, apreensão, quebra de sigilo bancário”.

Bernardo Küster informa que o inquérito dos Atos antidemocráticos segue o mesmo padrão do polêmico inquérito das fake news, resumido em um conjunto de prints montados de maneira desordenada.

Assista ao vídeo completo abaixo:

 

Inscreva-se em nossa Newsletter e receba novidades por e-mail.