ONU solidariza-se com a Antifa e condena decisão dos EUA que a classificou “terrorista”

Na última sexta-feira, o Escritório das Nações Unidas (ONU) em Genebra publicou a bandeira da Antifa em sua conta oficial no Twitter, dizendo que um grupo de “especialistas" em direitos humanos da organização globalista expressou "profunda preocupação” com uma declaração recente do procurador-geral dos EUA, descrevendo a Antifa e outros ativistas “antifascistas” como terroristas domésticos; a ONU disse que isso prejudica os direitos à liberdade de expressão e de reunião pacífica no país. A informação é do portal Breitbart.

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(LOIC VENANCE/AFP via Getty Images)
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Fionnuala Ní Aoláin, especialista da ONU para a promoção e proteção dos direitos humanos e liberdades fundamentais, uma das autoridades citadas na mensagem do escritório da ONU em Genebra, afirmou que, ao condenar a Antifa como organização terrorista, os Estados Unidos prejudicam os direitos à liberdade de expressão e de reunião pacífica no país. E continuou, criticando os EUA:

“É lamentável que os Estados Unidos tenham decidido responder aos protestos de uma maneira que comprometa esses direitos fundamentais”.

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Depois que o afro-americano George Floyd foi morto asfixiado por um policial branco, em Minnesota, protestos gigantescos eclodiram nas principais metrópoles americanas no mês passado.

Grupos como Black Lives Matter e Antifa assumiram o protagonismo dos protestos, muitos dos quais resultaram em violência, saques, depredação e morte.

Para conter a desordem, o presidente Donald Trump anunciou, pelo Twitter, que os Estados Unidos classificariam o movimento de extrema-esquerda Antifa como organização terrorista, medida que foi ecoada pelo Procurador-Geral William P. Barr.

Segundo descortinou o Breitbart, além da ONU, Fionnuala Ní Aoláin também trabalha na diretoria da Open Society Foundations Women Program, organização por trás da qual tem o bilionário George Soros como influência.

Observação: ao tempo da publicação desta matéria, a mensagem no Twitter do Escritório das Nações Unidas (ONU) em Genebra, a qual este texto se refere, aparece indisponível. Contudo, no portal oficial de direitos humanos da ONU, o texto que critica a decisão do governo Trump ainda pode ser lido na íntegra.

 

 

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