IstoÉ cria teoria conspiratória para classificar conservadores como criminosos

3
Anúncio:

A matéria da última edição da revista Isto É representa o sinal mais evidente do completo divórcio entre jornalismo e a verdade. Uma história inventada a partir do simples ódio às pessoas que ousaram ser conservadoras. Estamos diante de uma verdadeira operação de perseguição ideológica, que traduz o anseio da extrema esquerda em perseguir, prender e matar seus adversários.

O delírio da extrema imprensa, porém, é o que abastece o imaginário dos inquéritos delirantes, coloridos pelo ódio e pela intolerância. Eles odeiam a liberdade nas redes sociais, porque ela os ameaça e ameaça um sistema de escravidão mental defendido com unhas e dentes pela mentalidade revolucionária que dominou as instituições. Não há limites para a imaginação odiosa deles. Estamos todos ameaçados.

Anúncio:

Chamando bolsonaristas de “criminosos” e “terroristas”, a matéria pretende distrair seus leitores de um fato inegável e absolutamente comprovado: o jornalismo nacional se tornou, desde as últimas eleições, uma organização criminosa e uma verdadeira polícia do pensamento.

A matéria criou uma estrutura totalmente imaginária a partir de associações entre pessoas e ideias, em um trabalho que beira a infantilidade. O grande problema é que a imagem institucional da revista ainda ilude e cativa certo tipo de leitores, especialmente os ligados às altas esferas, responsáveis pela caça às bruxas e que vêm sentindo um grande “chamado a fazer justiça” pelas próprias mãos (ou cargos).

Criando uma teoria conspiratória que põe conservadores e bolsonaristas como terroristas e criminosos, a revista pretende usar a credibilidade que ainda tem entre os círculos do poder judiciário e da velha política, para inspirar mais condutas persecutórias como as que temos visto. Os caçados são pessoas comuns, apoiadores de Jair Bolsonaro que ousaram apenas falar e postar suas opiniões nas redes sociais.

Mas afinal, quando foi que defender a vida desde a concepção, lutar pela defesa da estrutura familiar ou por soberania nacional virou crime? Isso era previsível desde que comunistas, responsáveis morais por mais de 100 milhões de mortos nos século XX, tornaram-se autoridades morais nos jornais e na política. O resto da história já conhecemos.

A eliminação dos inimigos sempre foi um traço comum da mentalidade revolucionária atualmente dominante na classe política e no judiciário.

Não é novidade o tratamento de terroristas confessos como movimentos sociais ou políticos. Durante o governo do PT, ficou conhecida e muito mal falada no exterior, a iniciativa do então presidente Lula de conceder asilo político ao terrorista italiano de esquerda Cesare Battisti, acusado de homicídios e odiado na Itália.

As reuniões do Foro de São Paulo, entidade que hoje controla as decisões do Supremo Tribunal Federal na perseguição de conservadores, teve em suas reuniões a presença constante dos líderes das Farc, grupo narcoterrorista de extrema esquerda, chegando a dividir a mesa de reuniões com o ex-presidente Lula.