Governo nomeia médico pró-vida para Secretaria da Atenção Primária no Ministério da Saúde

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Foto: Agência STF.
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Nesta terça-feira (23/06) foi publicada no Diário Oficial a nomeação do Dr. Raphael Câmara para o cargo de Secretário da Atenção Primária à Saúde no Ministério da Saúde.

O médico tornou-se conhecido no Brasil por se opor à legalização do aborto na audiência pública organizada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em 2018, onde o médico denunciou inúmeras manipulações de informações apresentadas por defensores do aborto. O vídeo de sua participação viralizou na época pelas redes sociais, no país que tem maioria da população contrária à legalização do aborto. O doutor Raphael Câmara é médico ginecologista e obstetra, com mestrado em saúde pública e doutorado em obstetrícia.

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Embora tenha se tornado conhecido pelo grande público apenas a partir de sua atuação na audiência pública sobre aborto, no meio médico é um nome reconhecido há mais tempo, sendo consultado como especialista na área de obstetrícia e ginecologia e saúde pública.

Sua atuação clara contra o aborto e qualquer medida para sua legalização mostra alinhamento de sua nomeação com as expectativas da população brasileira e com a postura esperada pelo governo federal, que se assume pró-vida. A secretaria que assume também tem papel crucial nesse tema, já que estará subordinado a ele a área responsável por políticas para mulheres, onde entidades e personalidades defensoras da total liberação do aborto marcam território e realizam ações há muitos anos.

A nomeação de Câmara ocorre na semana seguinte a divulgação de outro nome importante e alinhado aos valores da população que elegeu Jair Bolsonaro. Na semana passada o médico oftalmologista Hélio Angotti Neto, doutor pela USP, foi nomeado em outra secretaria. O Dr Angotti Neto tem diversos livros publicados sobre bioética, sempre ao encontro da valorização da defesa da vida humana, contra o aborto.

Confira abaixo o vídeo da fala do médico em 2018 no STF. Outros canais de YouTube tinham publicado à época o mesmo vídeo da TV Justiça. Um deles, que tinha mais de 500 mil visualizações, teve vídeo removido posteriormente.

 

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