Apelido nazista de Sara Winter nunca foi questionado na extrema esquerda em que militava

Sara foi militante do Femen, grupo financiado por George Soros, que colaborou com nazistas

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Segundo o blog de Guilherme Amado, na revista Época, o apelido de Sara Winter (Sara Geromini), ativista presa nesta segunda-feira (15) por ser apoiadora de Bolsonaro, foi uma homenagem à sociallite britânica Sarah Winter (1870-1944), “uma inglesa que se tornou espiã nazista e integrante da União Britânica de Fascista”, escreveu o blogueiro, sem lembrar que o apelido foi adotado quando Geromini militava no Femen, grupo feminista financiado pelo bilionário George Soros.

Curiosamente, a homenagem à nazista nunca foi questionada nem criticada enquanto militava no grupo de extrema esquerda.

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A história pode ser abordada por outro aspecto, lembrando os históricos vínculos entre extrema esquerda e o nazi-fascismo. Por exemplo, o bilionário George Soros, financiador de grupos radicais como Antifa e Femen, colaborou com nazistas durante a Segunda Guerra, expropriando seus compatriotas judeus.

A personagem histórica homenageada, a sociallite Sarah Winter, de fato pertenceu ao referido grupo fascista, fundado por Oswald Mosley, um ex-integrante da Sociedade Fabiana e do Partido Trabalhista inglês, ambos grupos de esquerda.

Por outro lado, movimentos extremistas auto intitulados Antifascistas, são conhecidos por métodos comunistas, nazistas e, principalmente, fascistas, quando optam pela violência, entre outras coincidências. Não é à toa. Seus métodos são de fato inspirados no fascismo, como lembra o escritor e líder Antifa, Mark Bray, no Manual do Antifascismo, mencionado em matéria recente.