O ódio à liberdade une jornais, políticos e globalistas mundo a fora

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Hoje vemos ministros do Supremo, políticos tradicionais e jornais repetirem, em uníssono, chavões de libertação democrática associados a grupos violentos e extremistas, financiados por grandes financistas, enquanto classificam de antidemocráticas as manifestações populares com bandeiras nacionais e símbolos cristãos.

Derrubar estátuas e símbolos nacionais, assim como espancar idosos nas ruas, tem sido para a elite opinativa do Ocidente, o cume do sentimento democrático. Enquanto o simples anseio de ir trabalhar e frequentar igrejas passou a ser considerado perigoso.

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Afinal, como as coisas se inverteram tão rapidamente?

Muita gente lembra: a blogosfera, a interatividade e o pluralismo opinativo e informativo garantido pela internet já foi visto com grande entusiasmo por jornalistas e ativistas de esquerda durante a maior parte da década passada, quando esses avanços faziam parte ...

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