Qual a relação entre a tecnologia 5G e a saúde pública

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fonte da imagem: tadvisercom
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No meio de tanta confusão devido ao vírus da China, uma discussão vem sendo negligenciada pela extrema imprensa: a correlação entre a tecnologia 5G, a propagação de doenças, sobretudo do coronavírus (SARs-CoV2), além dos eventuais prejuízos à saúde pública.

Nunca é demais lembrar que até a nomenclatura desta pandemia foi cercada de indecisões. Ora foi COVID19 (a doença de natureza respiratória), ora diziam coronavírus (nome do vírus mutante da família da SARs classificado como SARs-CoV2, cuja criação atribui-se ao laboratório bioquímico da cidade Wuhan na China). Bom, deixando de lado esses detalhes do vírus chinês, voltamos os olhos para a tecnologia de radiofrequência (RF) que setores econômicos brasileiros têm clamado pela regulamentação do 5G.

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A extrema-imprensa, formada pelos jornais, rádios e televisão que todos nós conhecemos, inclusive veículos internacionais, tem sido unânime em minimizar qualquer possibilidade de malefícios que a tecnologia 5G possa ser capaz de causar às pessoas. Aliás, tem sido recorrente na extrema-imprensa descartar de imediato qualquer posicionamento que ela julgue inadequado, ainda mais se os órgãos internacionais como ONU, OMS e UNICEF condenam. Porém, quanto à tecnologia 5G, alguns comentários precisam ser feitos para uma análise, no mínimo, honesta.

De início, o uso das ondas eletromagnéticas para fins de comunicação tem sua descoberta vinculada a um físico britânico James Maxwell, em meados do século XIX. Maxwell descobriu que havia uma relação curiosa entre as equações de eletricidades e do magnetismo, que o levou a formular a teoria do eletro magnetismo. Um alemão, Heinrich Hertz, fez inúmeros experimentos para comprovar a existência de tal fenômeno na natureza, o que de fato foi comprovado. Esta onda eletromagnética foi o que viabilizou o nascimento do rádio, cuja modulação de frequência é de 10 mil Hertz ou 10 KHz (para rádios AM/FM). Para efeito de comparação, a figura abaixo mostra o tamanho da onda do rádio, por exemplo, sendo ela capaz de saltar edifícios de até 1 mil metros de altura.

Porém, as ondas eletromagnéticas que nossos roteadores de internet emitem em nossas casas entre 2,4 a 5 GigaHertz (algo como 5 bilhões de Hertz). Isto é, a amplitude desta onda pode chegar a 20 centímetros de altura, e sabendo que muitos de nós somos expostos diariamente a estes aparelhos – em casa, no shopping, na clínica, na padaria e nas ruas – estamos muito vulneráveis a estas frequências eletromagnéticas. É claro, você não está vendo, mas a coisa está aí bem do seu lado, penetrando os poros de sua pele e contaminando o seu corpo, desde pelo menos cinco anos, quando começou a popularizar os roteadores domésticos. Achou pouco? Espera que vou falar dos smartphones.

A tecnologia 3G e 4G possuem ondas que vão de 40 centímetros a 20 centímetros de amplitude, ou seja, não vão desviar de seu corpo, terão que penetra-lo – assim como já fazem os roteadores. A legislação brasileira permite às torres de telecomunicação emitirem até 300 GHz de frequência (300 bilhões de Hertz), seguindo o recomendado pela OMS. Nesta hora eu penso: que saudade do rádio FM, com seus 10 mil hertz. Mas com a entrada da tecnologia 5G, o número de torres precisará aumentar, pois haverá demanda de torres de no máximo 300 metros de distância uma da outra para se comunicarem. Ou, então, aumentarão a frequência de 300 para talvez 600 Giga Hertz (ou 600 bilhões de Hertz). Aqui é minha especulação. Os smartphones 5G emitirão ondas de até 2 milímetros de altura. Serão verdadeiras lâminas penetrando o nosso corpo. Mas, é claro, teremos a Anatel para nos defender contra a exploração capitalista das empresas de telecomunicação.

A Anatel tem o controle do SAR (Taxa de Absorção da Radiação que incide sobre nosso corpo). Cada aparelho comercializado no Brasil passa por um processo de certificação em que é ligado à sua potência máxima e exposto a um material orgânico que não pode ultrapassar ao 2 watt/kg de potência, como recomendado pela OMS, segundo a qual somente acima de 6 w/kg é considerado prejudicial.

A Anatel anda toda orgulhosa exibindo as suas medições, mostrando que no Brasil a média dos aparelhos está muito abaixo do limite, vide figura abaixo. Porém, não é o que se mede ou a manutenção do recomendado que importa, mas o estilo de vida das pessoas. Cada vez mais estamos dormindo com celulares nas cabeceiras de cama, caminhando com eles no bolso, temos Smart TVs em nossas casas, relógios Smarts, carros Smarts, e agora, a tecnologia 5G vai ligar torres com 300 bilhões de Hertz a cada três centenas de metros? 

O senador do PSD, Arolde de Oliveira, cuja família é dona de empresas de telecomunicação, pode não perceber, mas incentivar e fomentar a regulamentação do 5G no Brasil é transformar nossas cidades em microondas gigantes.

Não estou simplesmente dizendo que sou contra o 5G. Estou demonstrando que é uma tecnologia extremamente danosa à saúde pública. Mesmo a medição que a Anatel faz com os aparelhos de celulares, roteadores e dispositivos smarts, a agência verifica apenas o quanto a temperatura aumenta no corpo humano ao ser exposta a equipamento com ondas eletromagnéticas.

No entanto, o teste do SAR nada sabe sobre os efeitos na bioatividade do nosso corpo. Como os glóbulos sanguíneos se comportarão? Ou como as atividades celulares irão responder a tamanha exposição eletromagnética? É esta a discussão. Afinal, o 5G afeta ou não a bioatividade das células do nosso corpo? Afeta ou não o comportamento das bactérias e vírus que nos acometem diariamente? É claro que a extrema-imprensa vai dizer que fazer essas perguntas é fazer fake news e que não há evidência sobre isso. Sim, é verdade que não há evidência. Pois também ninguém procurou responder a essas perguntas.

Sobre a relação entre o 5G e o vírus chinês, o médico americano, Thomas Cowan e o jornalista belga, Kenneth Dée, têm feito perguntas sobre essa possível relação. Como isso tem afetado os sistemas imunológicos das pessoas? Mas, sabe como é a extrema-imprensa, né? Não gosta de perguntas que desafiam as vacas sagradas fabricadas pela OMS, China e ONU.

Por isso, toda a extrema-mídia dirá que é tudo fake news e que o 5G não é danoso para a saúde.

Fontes dos dados aqui exposto:

Estudo sobre a avaliação da SAR (Anatel)

5G x Coronavírus (Anatel)

Penetração 4G/5G (Scientists for wired technology)

Requerimento no senado para a implementação do 5G 

Artigo sobre radiação e sistema biológico

Sobre a proteção radiológica