Nota “apócrifa” mostra que Jair Bolsonaro precisa despetizar Ministério da Saúde

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Fonte: Google Maps.
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A nota técnica 16/2020 foi chamada “apócrifa” pelo presidente da República, ao que tudo indica, devido ao fato de não ter tido aprovação do alto escalão da pasta, mas a nota tem assinatura eletrônica de funcionários do Ministério da Saúde.

Esse é o preço de pseudo “nomeações técnicas”, que na verdade, mantém todo o aparelhamento esquerdista na pasta.

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Enquanto Dilma Rousseff nomeou Eleonora Menecucci como ministra da Saúde, sem receio algum, parece haver um excesso de zelo ou medo em não transtornar as mentes esquerdistas abortistas com a nomeação de um Ministro da Saúde que seja 100% alinhado ao projeto de Jair Bolsonaro.

Eleonora Menecucci era uma socióloga que foi presa durante o período militar e chegou a confessar que deu aula de como realizar abortos por sucção dos fetos. Mais recentemente, disse que o erro do PT foi “não ter feito o marco regulatório da mídia“.

Ficou nítido, na reunião ministerial de abril que teve sigilo violado por um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), que o presidente Jair Bolsonaro enfrenta graves problemas com ministros medrosos, sedentos por afagos da mídia mainstream que quer derrubar o governo. Com exceção de Damares, Weintraub, Ernesto Araujo e Heleno (talvez mais um ou outro), nos demais ministros parece que há um certo receio em vestir a camiseta verde e amarelo manchada com o sangue do capitão. Os episódios Mandetta e Sergio Moro mostram que a lealdade deveria ser o primeiro requisito. Um ministro não precisa ser um técnico, mas precisa ser leal ao projeto que representa.

Se realmente precisasse “ser técnico”, Dilma teria que ter tido a nomeação bloqueada pelo STF quando colocou uma socióloga comunista para chefiar a pasta da saúde (ironia).

Mas Dilma sabia a importância de colocar quem defende seus valores a frente dos ministérios. Então, incrivelmente, com isso Dilma pode ensinar muito à equipe de Jair Bolsonaro. Se ela nomeou uma professora de técnicas abortivas para o ministério, mesmo não sendo médica, está mais que na hora de fazer o movimento inverso e não se preocupar com o que a mídia mainstream vai dizer, afinal, as críticas virão independente do que se faça, independente do governo estar trabalhando para salvar ou aniquilar vidas humanas.

Mandetta não se importou em ter abortos até 5 meses e meio de gestação em suas costas. Foi omisso com quase 2 mil abortos feitos na sua gestão e que, em sua esmagadora maioria, não contam com boletim de ocorrência de violência sexual. Ou seja, saiu sendo louvado por abortistas.

Ao que tudo indica essa situação na pasta da saúde acontece a despeito dos desejos do presidente Jair Bolsonaro, e isso se deve, crê-se pela análise do contexto, por culpa de um sem-número de aproveitadores da onda conservadora que fazem parte do governo e dos ministérios. Muitos deles são abortistas ou idiotas úteis.

Para que fique claro: estamos falando em proteger a vida humana inocente da morte sangrenta e dolorosa. Isso fica bem claro no vídeo do depoimento da enfermeira Jill Stanek que segurou nos braços um bebê que sobreviveu a um aborto, mas foi deixado no chão gelado da clínica, para morrer por falta de amparo. O caso é de um bebê de 21-22 semanas de gestação, justamente a idade de muitos bebês que são mortos em “abortos legais” feitos no SUS. Mortes custeadas com nossos impostos, competindo na fila de leitos para salvar a vida de gestantes que querem dar à luz aos seus filhos no precário sistema de saúde brasileiro.

 

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