Médicos querem que “mudança climática” seja registrada em atestados de óbito

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AP IMAGES
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Arnagretta Hunter e Simon Quilty, médicos e pesquisadores australianos da Australian National University (ANU), pediram que “a mudança climática fosse registrada como causa de morte nos atestados de óbito. Eles alegam que, na Austrália, a taxa de pessoas que morrem como resultado do aquecimento global pode ser 50 vezes maior do que é oficialmente reconhecido”, informou o Breitbart.

Numa carta endereçada à revista médica Lancet, Arnagretta e Simon escreveram que:

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“A mudança climática é a maior ameaça à saúde que enfrentamos globalmente, mesmo depois que nos recuperarmos do coronavírus.

 Estamos registrando com sucesso as mortes por coronavírus, mas também precisamos de profissionais e sistemas de saúde para reconhecer a relação entre nossa saúde e nosso ambiente.

 A Dra. Hunter e seu co-autor, Simon Quilty, pedem que atestados de óbito incluam mais informações sobre fatores que contribuem para as mortes.”

Ainda segundo notou o Breitbart, ativistas climáticos têm pegado carona na crise de coronavírus para avançar a narrativa das “mudanças climáticas”. “Eles podem ter notado que, em muitos países, as autoridades médicas adotaram políticas extraordinariamente frouxas para a inclusão do Covid-19 nos atestados de óbito”, escreveu o site conservador.

Greta Thunberg, a estrela do movimento das “mudanças climáticas”, também usou a pandemia para alertar o mundo que “coronavírus” e a “crise climática” devem ser combatidos simultaneamente.

 

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