Fenômeno da insurgência de republiquetas estaduais ameaça democracia no Brasil

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O paradoxal “centralismo federativo” do Brasil não foi, na história recente, objeto de revoltas autonomistas por parte de governadores. Pelo contrário, o anseio por mais verbas federais sempre foi a marca do nosso sistema federativo. Agora, diante do primeiro governo com amplo apoio da população desde o Segundo Reinado, os setores da política tradicional decidiram virar o jogo e decretar pequenas republiquetas para governarem como caudilhos.

Eles têm o apoio do centrão de Rodrigo Maia e Alcolumbre, a dupla que se tornou a ponta de lança das velhas raposas políticas que hoje vão do PT ao MBL. Representando os interesses internacionais e agindo em conluio com a extrema-esquerda, a grande coalizão une tradicionais líderes políticos com novas formas de controle social chinesas a serem impostas por autoridades internacionais.

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São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Pernambuco encabeçam a lista dos estados que usaram da desculpa da pandemia para instaurar verdadeiras ditaduras em suas regiões, transformando governadores em coronéis que misturam a comicidade de uma distopia tecnocrática brasileira, regada a muita corrupção e violação de direitos civis. O governador de Santa Catarina, Carlos Moisés (PSL), que já enfrenta o segundo pedido de Impeachment, foi o pioneiro a desembarcar da onda Bolsonaro que o elegeu, chamando seus próprios eleitores de “radicais”.

No Rio, Witzel já disse que quem discordar da Organização Mundial da Saúde (OMS) comete “crime contra a humanidade”. João Dória (PSDB) se tornou o grande articulador das republiquetas, indo buscar apoio até no Partido Comunista Chinês.

Assim como eles, o governador de Pernambuco, Camilo Sobreiro, impôs à população de Fortaleza uma verdadeira zona de guerra, abolindo o direito de ir e vir, a liberdades individuais e punindo os cidadãos comuns. Seguindo o modelo chinês que Dória e seus comparsas estão loucos para instalar no Brasil, Sobreiro pretende monitorar os passos dos cearenses através de geolocalização e ostensiva fiscalização policial. Para andar às ruas, o cidadão precisa apresentar documentos. “Estamos na Alemanha Nazista ou no Brasil”, perguntam internautas.

Após inúmeros decretos estaduais e municipais que iam contra as recomendações do presidente, um único ato federal que decretava abertura de academias e barbeiros foi solenemente ignorado pelos governadores e prefeitos, invertendo o princípio federativo sem que nenhum jornal reclame de ameaça à ordem pública ou à democracia.

Com isso, compreende-se agora qual era o verdadeiro medo exposto nas páginas dos jornais no tempo das eleições, quando acusavam Bolsonaro de ser uma ameaça à democracia.

Leia abaixo o decreto do governador de Pernambuco:

Art. 5° No período de 8 a 20 de maio de 2020, fica estabelecido o dever geral de permanência domiciliar no município de Fortaleza.
§ 1° O disposto no “caput”, deste artigo, importa na vedação à circulação de pessoas em espaços e vias públicas, ou em espaços e vias privadas equiparadas a vias públicas, ressalvados os casos de extrema necessidade que envolvam

§ 2° Para a circulação excepcional autorizada na forma dos § 1°, deste artigo, deverão as pessoas portar documento ou declaração subscrita demonstrando o enquadramento da situação específica na exceção informada, admitidos outros meios idôneos de prova.

§ 4° Para fiscalização e aplicação das devidas sanções pela inobservância ao disposto neste artigo, será utilizado o sistema de videomonitoramento à dispo- sição da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social – SSPDS ou dos órgãos de fiscalização de trânsito, estadual e municipal, no exercício de suas respectivas competências.

 

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