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Por Carlos Alberto Chaves Pessoa Júnior

Sim, amigos, a politica brasileira tem sido palco dos mais grotescos espetáculos e, presumo, ainda veremos outros maiores e ainda mais indignos. Deparo-me com terríveis realidades em tempos da pandemia da histeria , do medo e do oportunismo: o cerceamento da liberdade em prol de um jogo político escuso, a bandidolatria sendo enaltecida e a ideologia de gênero ganhando status de conteúdo pedagógico necessário e , segundo algumas mídias, indispensável para a quebra de preconceitos e discriminações. 

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Tempos difíceis, onde qualquer voz contrária a grande mídia e a velha politica recebe a alcunha de robôs, gado, fascistas. Tempos onde a informação limpa de “contaminação ideológica” é aquela que serve para blindar certas castas políticas e econômicas ademais de  toda uma mídia socialista com uma ética jornalística regada a mentiras e desinformação. O socialismo nos caracteriza do que ele é , foi e sempre será: um regime totalitário. O escritor e acadêmico Vladimir Tismăneanu, no livro Do Comunismo- O destino de uma religião política, afirma que: 

“O totalitarismo comunista, como organização social, política, cultural, econômica é caracterizado por três elementos. Em primeiro lugar, pela recusa à memória. A aversão, a hostilidade diante da memória o faz mnemófobo. Ele age, por todas as suas instituições, para a destruição da memória. Em segundo lugar, é uma organização que procura a destruição dos valores, e, neste sentido, é axiófobo. E, não em último lugar, detesta o espírito, portanto é uma organização de tipo noofóbica. Portanto, o comunismo é mnemofóbico, axiofóbico e noofóbico.”

Dialogar com um socialista é tarefa árdua, já que tudo, para ele, que contraria sua compreensão pobre e deturpada da realidade, deve ser visto como um mal a ser extirpado da sociedade. O politicamente correto age como uma mordaça que não somente proíbe que toda uma sorte de palavras e expressões seja utilizada, como também, age para nortear o individuo ideologicamente, para que este sinta o mundo e o entenda segundo os dogmas doentios do marxismo cultural. Falam de robôs , pagos pelo mítico Gabinete do Ódio, de Blogueiros de Crachá , uma verdade milícia moldada pelo fanatismo, e similares sandices para ocultar uma simples verdade: Para socialistas e oportunistas o povo não passa de uma massa descerebrada que requer que o estado paternalista dite o que este deve ou não acreditar.

Alguns colunistas chegam ao ponto de escrever textos onde colocam o presidente como um mero cadáver, que deve ser de pronto retirado do palco nacional, e substituído pelos militares e seu nobre positivismo, devo dizer entreguismo?,ou pela nova politica alardeada por certos liberais que se denominam como a terceira via; entre esquerda e direita , eles são a voz da razão. 

Vivi , e direi isso a meus netos, tempo suficiente para ver movimentos que ajudaram a derrubar Dilma Rousseff se juntarem a esquerda para derrubar um presidente que durante toda sua carreira politica, nunca foi alvo de escândalos de corrupção. Como diria Confúcio, e sigo seu ensinamento: Riqueza e posições altas são o que os homens desejam, mas a menos que eu as conseguisse do jeito certo, eu não as manteria. Pobreza e posições baixas são o que os homens não querem, mas mesmo se eu não as conseguisse do modo certo, eu não tentaria escapar delas.” (grifo nosso)

Vale tudo pelo poder, neste campo minado pela intriga, palavras como lealdade, honra e gratidão se perdem em meio ao lamaçal, são desprezadas e vilipendiadas. Na dança do poder pouco importa o parceiro a se abraçar e flertar , vale sim, manter-se nos holofotes e continuar na embriaguez do orgulho e cobiça.

Diante de tudo isso, reflito que o chamado bolsonarismo (termo cunhado por grandes intelectuais da afetação e demência), está morto.  De fato, esses jornalistas estão certos ao afirmar que Bolsonaro não passa de um cadáver, sim, certíssimos, pois ele morreu como simples figura politica e de liderança, para renascer como uma ideia na mente do seu eleitorado e do povo que a acolheu. Ideia esta que norteia a luta pelo futuro e enche as massas de esperança.  

Não seremos meninos birrentos, não seremos lobos devoradores e tampouco seremos reconhecidos na historia como bolsonaristas. Seremos aqueles que diante da morte, aborto e eutanásia, da destruição da inocência de crianças, ideologia de gênero, e do ataque às liberdades individuais ousaram ser a voz da sensatez em meio a loucura.

Para além de heróis e mitos, seremos nós, o povo, os reais protagonistas da nossa história. 


Carlos Alberto Chaves Pessoa Júnior é formado em Letras, professor de inglês e espanhol e consultor bilíngue.

 

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