Soros promete ajudar Argentina se Fernández prejudicar Bolsonaro e prolongar quarentena, afirma jornalista

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Segundo do jornalista argentino Nicolás Morás, o magnata George Soros teria feito uma ligação telefônica ao presidente da Argentina Alberto Fernández com objetivo de seduzi-lo a prolongar a quarentena, viabilizar a liberação do aborto, acordos industriais e sabotagem de todo tipo a Jair Bolsonaro.

Nicolás Morás, que traz a denúncia em um vídeo no YouTube, explica que no momento da ligação telefônica de Soros para Fernández o presidente argentino estava em reunião decidindo trocar a quarentena horizontal pela vertical. Morás diz que se certificou de diversas formas sobre a veracidade do relato que lhe foi confiado e afirma que a fonte primária do relato teve que fugir do país para manter-se segura.

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O cenário é de uma Argentina talvez na mais difícil situação econômica de sua história recente. As coisas não andavam bem e a pandemia traz ao país contornos do que pode vir a ser a pior crise da história do país.

Entre as cinco propostas que George Soros teria apresentado ao presidente argentino estariam o adiamento de pagamento de juros de empréstimos do Fundo Monetário Internacional (FMI) por cinco anos e empréstimos facilitados de bilhões de dólares para enfrentar a crise da Argentina.

Soros teria proposto ainda a instalação imediata no país, de unidades industriais da Grifols, uma indústria farmacêutica com sede na Espanha que está atualmente em alta no mercado por ter declarado que está desenvolvendo um “plasma anti-coronavírus”. George Soros teria investido 38 milhões de dólares na Grifols em maio de 2019, segundo informações do site La Vanguardia.

Soros teria proposto também obter uma nova linha de crédito de 20 bilhões de dólares para a Argentina. Para Soros garantir essa benesse de 20 bilhões, haveria duas formas de viabilização. A primeira opção seria por meio do Banco Central americano (FED) caso o candidato do partido Democratas seja vitorioso nas próximas eleições contra Donald Trump. A segunda opção, caso o Trump seja vitórioso, o que Soros teria dito ser improvável, o empréstimo prometido por Soros seria viabilizado em uma parceria entre FMI, Banco Mundial e um consórcio de filantropos.

Mas para levar essas benesses aos argentinos, o magnata teria feito cinco exigências:

1. Que Fernández fizesse todo o possível para desestabilizar Jair Bolsonaro.

2. Que Fernández viabilize a legalização do aborto ainda este ano, além disso, teria pedido a implantação de clínicas Planned Parenthood na Argentina concomitantemente;

3. Que seja feita a tão defendida pela esquerda reforma educativa integral, que tem objetivo de “adaptar o homem ao trabalho do futuro”, abolindo o patriarcado através de um ensino que esteja na “vanguarda” em termos de perspectiva de gênero.

4. Além disso, Soros teria exigido que se amplie o confinamento (quarentena) nessa fase para enfrentar o coronavirus;

5. E por fim, teria solicitado uma reconfiguração do monopólio do fornecimento de energia para um consorcio internacional, do qual fariam parte George Soros, Bill Gates, Jeff Bezon e outros.

Assista ao vídeo, com legenda em português: