Revista científica “Lancet”: “serviços de aborto devem ser essenciais na resposta global ao COVID-19”

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GHC
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A revista científica Lancet, dedicada a publicações médicas e uma das mais prestigiadas nesta área, declarou que os serviços de “saúde sexual” e “reprodutiva” devem ser considerados essenciais e receber atenção central na resposta à pandemia de COVID-19.

“Uma agenda de políticas de saúde e reprodução sexual deve estar no centro da resposta ao COVID-19”, consta num artigo publicado pela revista na última semana.

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Extrapolando o lado puramente científico e objetivo do coronavírus, o artigo vai além e analisa os aspectos “sociais” da pandemia e como o problema deve ser encarado:

“Uma estrutura de saúde e justiça sexual e reprodutiva – que centralize os direitos humanos, reconheça injustiças que se cruzam, reconheça estruturas de poder e une identidades – é essencial para monitorar e abordar os efeitos desiguais de gênero, saúde e sociais do COVID-19.”

O Breitbart lembrou que é de longa data o compromisso da Lancet com agendas ideológicas. “Em seu editorial não assinado de 4 de janeiro, a revista declarou que uma resistência aos direitos das mulheres está crescendo’, enquanto prossegue para destacar a saúde sexual e reprodutiva das mulheres”, escreveu o website conservador.

Para a revista, “saúde reprodutiva das mulheres” é sinônimo de direito de abortar.

A visão da Lancet é idêntica à orientação da Organização Mundial da Saúde (OMS) em tempo de pandemia.

Semanas atrás, a OMS disse que “as escolhas e os direitos das mulheres aos cuidados de saúde sexual e reprodutiva devem ser respeitados, independentemente de ela ter ou não uma suspeita ou confirmação de infecção por COVID-19.”

 

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