Censura: YouTube recusa monetização do canal Estudos Nacionais

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Após cumprir os requisitos objetivos e solicitar aprovação para monetização de vídeos do canal Estudos Nacionais ao YouTube, fomos surpreendidos com a recusa devido ao conteúdo existente no canal estar em desacordo com normas e políticas do YouTube.

A empresa informa que: “nossa equipe revisou cuidadosamente seu canal Estudos Nacionais. Infelizmente, descobrimos que seu aplicativo não atende às políticas do Programa de parceria do YouTube, portanto, não podemos aprovar seu canal para monetização no momento.”, declaração que evidencia caráter subjetivo de análise.

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O YouTube informou ter políticas em vigor que acreditamos “oferecer um ambiente saudável para anunciantes, criadores e usuários, o que significa que, às vezes, é difícil tomar decisões como essa.” Sem a renda da monetização, crescimento da mídia independente fica ameaçado, no caso do EN, dependendo prioritariamente do apoio dos seguidores por meio de R$ 14,90 mensais na assinatura premium do site.

O que o YouTube verifica no canal

Segundo a empresa, “os revisores verificam o conteúdo que melhor representa seu canal em relação às nossas políticas. Como nossos revisores não podem verificar todos os vídeos, eles podem se concentrar no seu canal”:

– Tema principal
– Vídeos mais vistos
– Vídeos mais recentes
– Maior proporção de tempo de exibição
– Metadados de vídeo (incluindo títulos, miniaturas e descrições)
Os itens acima são apenas exemplos de conteúdo que nossos revisores podem avaliar. Observe que nossos revisores podem e podem verificar outras partes do seu canal para ver se ele atende totalmente às nossas políticas.”

O YouTube informa ainda que em 30 dias pode ser solicitada novamente a participação no programa de monetização.

Queda da monetização como forma de censura

Diversos canais não-orientados ao politicamente correto têm reclamado a mais de um ano que o YouTube tem agido por meio do bloqueio da monetização para realizar censura de conteúdos que não são de esquerda e politicamente corretos. Quando um canal já faz parte do programa de monetização, o YouTube retira a monetização de um vídeo específico, ou em outros casos, retira toda a monetização do canal rompendo a parceria.

O que o YouTube pode não ter gostado?

O próprio painel de estatística do canal no YouTube mostra quais são os principais vídeos de nosso canal. Entre eles, está “Você PRECISA saber quem é o diretor da OMS que decretou a pandemia”, “Donald Trump detona jornalista da grande mídia em coletiva sobre coronavírus”, “EN Pauta: guerra biológica”, “Fraudes comprovadas em atestados de óbitos”.

YouTube já censurou veículos anti-aborto

Durante o referendo da Irlanda, conforme depoimento ex-funcionário do YouTube, as buscas da plataforma teriam sido adulteradas com uma “lista negra” de termos que não deveriam listar vídeos na plataforma. Os termos se referiam a argumentos contra a liberação do aborto, que estava para ser votada pela população na Irlanda. Nesse sentido, outro vídeo de destaque no canal recentemente foi o depoimento de uma enfermeira americana sobre a ocorrência de infanticídios de bebês que sobrevivem a procedimentos de abortos legais.

Mídia independente depende de múltiplas rendas

Algumas mídias independentes vivem apenas com renda de monetização do YouTube, por isso, a recusa na monetização é eficaz em frear o crescimento da comunicação, sendo uma evidente e efetiva forma de censurar vozes destoantes. No caso do EN, temos múltiplas recentes, sendo a principal, as assinaturas Premium no site, onde o usuário recebe conteúdo exclusivo e apoia o projeto com R$ 14,90 ao mês. Diante desse cenário, a equipe EN pede aos seguidores que puderem para que não deixem de apoiar por meio da assinatura mensal ou anual, clicando em “Seja Premium”.

 

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