Mortes nas costas de Mandetta: COVID 19 e abortos

Com mais de 1.695 abortos em 2019, o ministro acumula cumplicidade nas mortes do COVID 19

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A insistência do Ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, em não reconhecer a eficácia da cloroquina no tratamento contra o COVID 19, pode estar causando um acúmulo de mortes que entrarão na conta do ministro. As mortes pelo vírus chinês, que já se aproximam de 600, poderiam ter sido evitadas com o tratamento da cloroquina.

Bem ao contrário do que alardeiam os jornais, o desgaste entre o presidente Jair Bolsonaro e Mandetta não se refere ao ciúmes ou concorrência política entre os dois, mas à postura oposta do ministro à opção do presidente pelo uso da já comprovadamente eficaz cloroquina para o tratamento dos doentes de Covid 19.

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Essa situação é tão grave que pode estar fazendo com que o ministro seja culpado pelas mortes que estão ocorrendo. Mandetta já vem acumulando mortes desde que tomou posse, ao não revogar a norma técnica dos governos petistas que autoriza o aborto sem comprovação de violência sexual.

Segundo levantamento feito por Estudos Nacionais, em fevereiro deste ano, ao longo de 2019, foram 1.695 abortos, mas os dados são preliminares por não incluírem o mês de dezembro de 2019. No mesmo ano, há registros de gestantes tendo seus bebês em corredores de hospitais por falta de leitos.

Mas não foi por falta de aviso.

Em 2019, ocorreram diversas articulações junto ao Ministério da Saúde por membros de grupos em defesa da vida. Uma delas foi noticiada por Estudos Nacionais, por ter envolvido renomados especialistas e ativistas pró-vida e o ministro. As articulações de bastidores não parecem ter sensibilizado o ministro.

Experiente na política, raramente era criticado pela imprensa de oposição ao governo, como acontece com ministros classificados como bolsonaristas pelos jornais. Agora, vem recebendo admiração de anti-bolsonaristas por toda parte.

 

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