Diversas mobilizações militares ocorrem em todo o mundo

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Enquanto o mundo tenta conter o avanço de uma pandemia, temendo uma segunda onda de contágios do vírus chinês, diversas forças militares da OTAN, EUA, Reino Unido e Europa traçam rotas de movimentação que inquietam analistas em todo o mundo. Estaríamos às portas de um grande conflito militar? Apesar da justificativa ser o combate ao coronavírus, o quantitativo de tropas e movimentação podem indicar a preparação para cenário de guerra biológica ou de defesa contra ataques militares.

O escritor e editor Diogo Fontana, em artigo publicado no Senso Incomum, trouxe esses fatos intrigantes que nos fazem pensar. A Polônia convocará 50 mil reservistas para treinamento militar. O número pode chegar a 80 mil, enquanto a OTAN prepara um exercício para maio. Desde o dia 23 de março, a Áustria também vem convocando tropas militares, supostamente para o combate à pandemia. Não é só o Ocidente que se movimenta. A Rússia também mobiliza suas forças misteriosamente durante a pandemia.

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“Não bastasse a campanha de desinformação denunciada há duas semanas, que fomentou o pânico desproporcional em todo o Ocidente, e ajudou a provocar o colapso social, econômico e hospitalar de muitos lugares, no início de março, olha só, eles avançaram 90 mil tropas, 1100 tanques, 2500 veículos blindados, 1600 sistemas de míssil e artilharia, 340 aviões de combate, além de outros armamentos menores, em direção à Ucrânia”, escreveu Fontana.

Os EUA movimenta navios de guerra em direção à Venezuela e ao Caribe, enquanto o Reino Unido envia navio para a mesma região, supostamente para auxiliar seus territórios durante época de tornados e por causa do coronavírus. O governo americano justifica que a região é rota de narcotráfico com influência do ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, que tem boas relações com Pequim.

No Brasil, treinamentos militares provocaram luzes no céu de Campo Grande, o que intrigou a população. Em Minas Gerais, foi aprovado um projeto de lei de autoria de Romeu Zema (Novo) que possibilita a convocação da reserva das Forças Armadas para o auxílio da polícia.

Muitos afirmam que a onda de exercícios e mobilizações militares pelo mundo tem relação com o temor de caos e desordem por conta dos problemas econômicos advindos da quarentena. Mas o motivo pode ser outro.

Com o medo de uma nova onda de contágio do vírus chinês, a China fechou suas fronteiras, o que para alguns indica que tenha sido um sinal de alerta para um novo ataque biológico (leia o estudo sobre guerra biológica chinesa). Essa possibilidade pode ter causado intensa mobilização militar nos diversos cantos do mundo.

Guerra irrestrita

Segundo o analista político-militar norte-americano, Jeffrey Nyquist, a pandemia que assolou o mundo foi sem dúvidas um ataque biológico da China, com características eugênicas. O foco em idosos e doentes pode indicar duas coisas: uma preparação do próprio país para a guerra, eliminando o peso da população menos ativa e, contra o mundo ocidental, um duro golpe que se vale da “fragilidade” ocidental em cuidar dos doentes. Um país como Rússia e China dificilmente mudaria sua rotina para salvar idosos e doentes, que não reúnem forças para uma guerra.

O alvo seria certamente a economia de países ocidentais, que fragilizada não teria uma pronta resposta a um ataque militar coordenado. Isso significa que um ataque militar só viria após os alvos estarem reduzidos ao caos e à desordem.

Hipóteses a serem observadas nas próximas semanas.