Maduro sequestra mais cinco membros da equipe de Guaidó

Sequestros ocorrem em meio à ofensiva americana para realizar novas eleições na Venezuela

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Cinco membros da equipe do líder da oposição venezuelana, Juan Guaidó, foram sequestrados, segundo informações locais no início desta semana – elevando o total para dez colaboradores de Guaidó que estão atrás das grades.

Segundo fontes da Fox News em Caracas, “As autoridades disseram que estavam procurando casos de COVID-19 e os levaram embora. Essa foi a desculpa”.

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Dos sequestrados no ano passado, pelo menos um – o chefe de gabinete de Guaidó, Robert Marroe, preso em março passado – enfrenta acusações que incluem atos de terrorismo.

A Polícia Nacional permanece sob o controle do presidente venezuelano Nicolás Maduro, que há mais de um ano não é reconhecido como líder legítimo do país pelos Estados Unidos e mais de 100 outros países.

As apreensões ocorrem apenas uma semana depois que o Departamento de Justiça dos EUA proferiu uma acusação criminal contra Maduro e vários “co-conspiradores”, acusando-os de uma série de crimes relacionados ao tráfico, incluindo esforços para contrabandear drogas para os Estados Unidos.

Apesar da acusação mais recente, juntamente com uma lista de sanções econômicas, Maduro manteve sua posição no comando da capital Caracas, supervisionando o regime socialista em meio à crise e comandando as forças de segurança.

A acusação a um chefe de Estado em atividade era incomum e provavelmente aumentaria as tensões entre Washington e Caracas. No entanto, há muito que os EUA acusam Maduro e seu governo de violação dos direitos humanos, torturas, corrupção, além de abrir caminho para cartéis, grupos terroristas e traficantes, que exploram o petróleo do país que já foi um dos mais ricos da América.

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