Sociedade do espetáculo e a pandemia da revolução global

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Em tempos de frequentes emergências globais, é possível retomar a crítica esquerdista da “sociedade do espetáculo”, que evidencia o papel mobilizador das imagens, estereótipos para construção de narrativas da realidade. Após a crítica que recebeu da própria esquerda, podemos retomar a teoria no contexto da prevalência da função transformadora sobre a informativa do jornalismo. A veracidade de fatos reais é instrumentalizada, seja em termos de mudanças climáticas, notícias falsas ou pandemias, emergências cujo sentido passa a depender do trabalho de grupos e movimentos organizadores das informações.

Em 1967, Guy Debord fornecia à esquerda um dos mais influentes elementos do seu imaginário: a sociedade do espetáculo. Em uma profunda análise da sociedade capitalista, Debord define que o espetáculo como dinâmica da exploração ocorre “vinculado à ação do Estado, de forma concentrada, com a...

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