Conheça Dr. Tedros, diretor da OMS que decretou a pandemia

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O atual diretor da Organização Mundial da Saúde (OMS), conhecido como Dr. Tedros, foi eleito Diretor-Geral da OMS em 2017. Ele é o primeiro africano a chefiar a agência de saúde e o primeiro diretor que não é médico. Bacharel em biologia pela Universidade de Asmara, na Eritreia, ele trabalhou em uma posição júnior, no Ministério da Saúde sob a ditadura marxista do ditador Mengistu, conhecido por sua crueldade em eliminar qualquer um que ele considerasse oposição. Após a queda de Mengistu em 1991, Tedros foi para o Reino Unido e fez um Doutorado em Saúde Comunitária com dissertação de doutorado sobre “os efeitos da transmissão da malária na região de Tigré, no norte da Etiópia.”

Ele se tornou Ministro da Saúde da Etiópia em 2005. Nessa época, Tedros conheceu o ex-presidente Bill Clinton e iniciou uma estreita relação com Fundação Clinton atuando em pesquisas sobre HIV. Ele também desenvolveu uma estreita relação com a Fundação Bill e Melinda Gates. Como ministro da saúde, Tedros também presidiria o Fundo Global de Combate à Aids, Tuberculose e Malária, que foi cofundado pela Fundação Gates. Este Fundo Global acumula escândalos de fraude e corrupção.

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Hoje, os maiores doadores da OMS são a Fundação Gates e associação GAVI Alliance, que atua no mercado das vacinas. Com apoiadores como Gates e Clinton, não foi surpresa que Tedros tenha conquistado o cargo de Diretor Geral da OMS, depois de uma passagem como Ministro das Relações Exteriores da Etiópia, apesar de ser o primeiro não médico a ocupar o cargo.

Durante a campanha de três anos de Tedros para ganhar o posto da OMS, ele foi acusado de ter encoberto três grandes epidemias de cólera enquanto ministro da Saúde na Etiópia, classificando, incorretamente, os casos como “diarréia aquosa aguda” (AWD) – um sintoma da cólera – em uma tentativa para minimizar os efeitos da epidemia.

À medida que os relatórios sobre a disseminação de casos confirmados e suspeitos do novo coronavírus em outros países cresceram nas últimas semanas, muitas companhias aéreas tomaram a precaução em cancelar temporariamente seus voos  para a China. Tedros, embora oficialmente declarasse o coronavírus de Wuhan como uma “Emergência de Saúde Pública de Interesse Internacional, criticou outros países, de forma severa e repetida, por cancelarem viagens à China. Em 7 de fevereiro, o China Peoples ‘Daily informou que Tedros desaprovava as proibições de viagens à China, enfatizando que “essas restrições podem ter o efeito de aumentar o medo e o estigma, com poucos benefícios à saúde pública “.

Algumas Semanas após o surgimento do novo coronavírus na China, Tedros voou para Pequim, para reunir-se com autoridades chinesas e com o presidente chinês Xi Jinping. Ao retonar, o diretor da OMS elogiou o que ele chama de “compromisso da liderança chinesa em combater o coronavírus por meio de bloqueios drásticos e outras medidas”.

Outro motivo da ascensão de Tedros à liderança da OMS é a sua ligação pessoal com o ditador chinês, Xi Jiping.

No momento da declaração de Tedros, em 30 de janeiro, de que a situação do coronavírus na China exigia proclamar uma “Emergência em Saúde Pública de Interesse Internacional” já havia passado uma semana desde que o bloqueio de Wuhan foi declarado. Tal bloqueio à saúde pública nunca havia sido tentado nos tempos modernos. De fato, no dia em que Wuhan foi isolada pelas autoridades, Gauden Galea, representante da OMS na China, disse que “o aprisionamento de 11 milhões de pessoas é sem precedentes na história da saúde pública, portanto, certamente não é uma recomendação que a OMS tenha feito”.

No momento em que o chefe da OMS, Tedros, retornou da china, ele elogiou as medidas extraordinárias tomadas por Pequim para conter e lidar com a situação. De volta à sede da Organização, em Genebra, Tedros anunciou que a China está “estabelecendo um novo padrão” para a resposta a surtos.” Disse, ainda, que  “Na verdade, a China está fazendo mais do que a China precisa”. Mas os elogios ao regime comunista contrariavam sua declaração de que outros países não deveriam proibir as viagens aéreas à China. Segundo Tedros: “Não é hora de julgamento… É tempo de solidariedade, não de estigma”, recusando-se a recomendar restrições internacionais a viagens ou comércio com a China.

Em 11 de março, a OMS finalmente declarou o coronavírus uma pandemia global. Enquanto alguns elogiaram a decisão, outros como Bradley Thayer, professor de ciências políticas da Universidade do Texas, e Lianchao Han, vice-presidente de Iniciativas de Poder do Cidadão para a China, questionaram o motivo de a OMS e seu diretor-geral terem esperado tanto tempo, sendo que autoridades de saúde de muitos governos já alertavam, semanas antes, para a devastação generalizada que poderia ocorrer.

No dia 14 de janeiro, a OMS declarou que cientistas chineses  afirmavam que não havia indícios de que o covid-19 era transmíssivel de humano para humano. Porém, a cidade de Wuhan já estava sofrendo com o covid-19 há várias semanas. Tal atidude do regime comunista chinês e da OMS evitaram que outros países pudessem se prevenir contra o vírus.

Thayer e Han acusaram Tedros de “fechar os olhos para o que aconteceu em Wuhan e no resto da China” e de ter ocultado a “severidade e abrangência do surto de COVID-19. ”

A ocultação da China no início do surto ajudou a criar a crise. A OMS acelerou a disseminação para então, decretar pandemia e tornar-se porta-voz ao mundo sobre as medidadas necessárias para frear o vírus.

Enquanto muitos países enfrentam a crise através do isolamento parcial, com o cancelamento de grandess eventos e o fechamento de escolas, além do isolamento dos grupos de risco, como idosos e pessoas com morbidades, mas mantendo o comércio e as indústrias, a OMS, liderada pela China, afirma que todos os países devem manter o isolamento total. O que já acarreta milhões de desempregos, inflação, falta de produtos básicos como alimentos e produtos hospitalares, além de outros problemas de saúde pública.

Fontes

Global Research

Fox News

IPnews

OMS

político.com

Sensoincomum

John P.A. Ioannidis

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