O uso político do medo pela esquerda jornalística

Em meio a situação de fragilidade, jornais exploram o medo criando terror na população

3
Anúncio:

A esquerda que lota as redações dos jornais e das TVs vem buscando explorar ao máximo o sentimento de medo e pânico da população diante da pandemia do Covid-19, doença causada pelo vírus chinês. Esta escalada é uma nova e esperada etapa do jornalismo pautado pelo ódio à liberdade e à vida humana.

Tudo o que desejam os barões da mídia é canalizar o medo para os seus objetivos de controlar a internet e impor à força tudo o que já vêm tentando persuasivamente, com jeito, através do politicamente correto. Agora é a vez do politicamente proibido e permitido. Estes barões estão por trás da imensa maioria dos jornais, seja direta ou indiretamente, e fazem dos editores bonecos de ventríloquo de uma ordem global que deseja reduzir o papel dos jornais a meros megafones de especialistas tecnocratas.

Anúncio:

O colunista Guga Chacra, aquele que chamou poloneses de nazistas (tendo depois de desculpar-se após reação da diplomacia do país), e depois disse ter nojo dos brasileiros que elegeram Bolsonaro, vem dando demonstrações de pânico teatrais que beiram o ridículo. É sintomático que muitos brasileiros ainda acreditem nas encenações de jornalistas que disfarçam o ódio através de aparências de medo e fragilidade.

Mas não pense o leitor que o sensacionalismo atual, o pós-moderno, é igual ao clássico. Aquele pelo menos queria vender jornais, exemplares nas bancas e ganhar apenas dinheiro. Desde que o jornalismo mundial se tornou refém do Terceiro Setor, isto é, das ONGs e fundações internacionais bilionárias, as redações vêm trabalhando pautas de uma agenda internacional por meio dessa exploração das emoções das massas e construir narrativas por meio das informações enviesadas e uma verdadeira ditadura politicamente correta de especialistas.

Este jornalismo, cuja teoria e prática foi sendo assimilados pela extrema esquerda nas universidades e tomou as redações, vem se utilizando há alguns anos do ódio contra cristãos, conservadores e quem quer que não comungue da cartilha extremista e radical, com especial tolerância àqueles que a endossam sob molduras de elegância tucana, liberal ou pretensamente isenta.

O mesmo ódio que, destilado nas páginas e telas do jornalismo, guiou a mão de Adélio Bispo a desferir golpe mortal no primeiro candidato conservador que ousou disputar uma eleição, vai avançando a passos largos em direção às práticas totalitárias usualmente defendidas nos comitês, sindicatos e salas das universidades. É natural que um jornalismo que se paute pelo preconceito e ódio à democracia e à liberdade humanas, paute-se pela violência extremista travestida de “função social”, com direito a cínicas defesas da liberdade de imprensa, supostamente ameaçada pelo governo, mas diariamente estuprada por jornalistas e editores.

Agora, diante da situação de maior fragilidade enfrentada pelos brasileiros, a pauta e a ordem do dia é explorar o medo com terrorismo. Terrorismo que não tem outro objetivo senão a mesma derrubada do mesmo presidente esfaqueado pela mão sangrenta dos redatores raivosos.

Ainda insistem na cínica aparência e trejeitos de “função social”, de jornalismo integrador, profissional, isento e democraticamente crítico. Sejamos sinceros e digamos claramente o que já sabemos: a simulação falsária de isenção é a principal disciplina nas faculdades de jornalismo, cujo currículo espalha-se por nomes mais pomposos e diplomáticos para disfarçar apetites totalitários. Tudo fingimento. Quando saem da sala de aula, os estudantes que em poucos meses estarão nas redações, saem a fumar maconha, usar ácidos e transar com desconhecidos, para depois enfileirarem-se em dinâmicas de perscrutação anal igualmente adornada com definições alternativas de “arte”, cultura e diversidades.

É deste ambiente absolutamente apartado da realidade da população brasileira, dos trabalhadores e pobres, que resvala a subjetividade de uma classe aburguesada e alimentada com seus desejos superiores de sodomizar socialmente a classe pobre e inferior que desejam urgentemente esterilizar para não “espalhar seus genes podres”, como diria Margareth Sanger, deusa mãe do aborto e da contracepção dirigida aos pobres.

Esta é a classe de onde vem as únicas manifestações que interessam aos jornais, panelaços burgueses com projetores em apartamentos de luxo, em desagrado ao pobrerio e seu “homem mediano”, como classificou Eliane Brum, uma representante da classe dos desejos transpostos em direitos obrigantes pela imposição do discurso.

Não há dúvidas de que a atual situação de pandemia, verdadeira e rigorosamente perigosa especialmente para os mais velhos, irá fortalecer uma nomenklatura técnico-científica mundial, cujo poder vem sendo centralizado desde as urgências climáticas para tentar provocar crises que o justifiquem.

 

Inscreva-se em nossa Newsletter e receba novidades por e-mail.

 

3
Deixe um comentário

avatar
8000
2 Tópicos de comentários
1 Respostas em tópicos
3 Seguidores
 
Comentário mais reagido
Comentário mais polêmico
3 Autores dos comentários
Marta SoubreLuiz Alberto Soares PachecoKatia Bondim Autores de comentários recentes
  Notifique-me  
newest oldest most voted
Notificar de
Katia Bondim
Visitante
Katia Bondim

Excelente artigo! Definiu muito bem esta classe de extremistas que se traveste de isenção para esfaquear a quem não lhe agradar!

Luiz Alberto Soares Pacheco
Visitante
Luiz Alberto Soares Pacheco

Brasil é o único país onde os políticos querem tirar o Presidente porque ele não é corrupto.

Marta Soubre
Visitante
Marta Soubre

Parabéns, Cristian, pelo tijolaço de realidade, tão bem traduzida neste artigo.