A Caixa Econômica Federal da era Bolsonaro

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Jair e Michelle Bolsonaro, Diego Hypolito e Pedro Guimarães. Foto publicada no perfil de Michelle Bolsonaro, em ocasião de visita do ginasta Diego Hypolito, em nov. de 2019.
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O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, inaugurou no último final de semana uma nova superintendência da Caixa no município de Mossoró, Rio Grande do Norte. A cerimônia de inauguração cumpre mais uma meta da missão assumida por Pedro Guimarães junto a Jair Bolsonaro e Paulo Guedes: mais Brasil e menos Brasília.

Pedro Guimarães está revolucionando a Caixa Econômica Federal, fazendo a instituição ter lucro recorde. Inovação em produtos e até no layout das agências também estão entre a lista de melhorias que Pedro Guimarães está implementando.

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Mudança de patamar e lucro recorde

Em 2019, a Caixa divulgou lucro recorde, mudando de patamar em relação às gestões anteriores. Após dois anos com lucratividade na faixa dos R$ 12 bilhões, o banco lucrou 103% a mais do que em 2018, alcançando R$ 21,1 bilhões.

2019. 21,1 bilhões de lucro
2018. 12,7 bilhões de lucro
2017. 12,5 bilhões de lucro
2016. 4,1 bilhões
2015: 7,2 bilhões
2014: 7,1 bilhões

Inovação no crédito imobiliário

Agora em fevereiro, Guimarães anunciou redução de juros de crédito imobiliário para empresas e a criação de linhas atreladas ao IPCA. A postura favorecerá a economia como um todo, incluindo as empresas de pequeno e médio porte. Graças a uma inovação no formato das linhas de crédito imobiliário, que passou a vincular a atualização de saldo ao IPCA ao invés da TR (Taxa Referencial), agora a Caixa pode captar mais recursos para crédito imobiliário sem depender do saldo de aplicações em Poupança. A medida visa adapter-se ao novo estilo de investimento, afinal, pouca gente investe em poupança hoje em dia.

Missão dada é missão cumprida

Pedro não é militar, mas entendeu bem a missão ao ser escalado pelo capitão. Quando Pedro Guimarães tomou posse como presidente na Caixa Econômica Federal no dia 7 de janeiro de 2019, assumiu em discurso emocionado, diante de Paulo Guedes e Jair Bolsonaro, o compromisso de renovar a instituição. Assumia um banco com 93 milhões de clientes, número que é superior a população da Colombia e Argentina juntas.

Declarou no seu discurso que sua missão, apresentada por Bolsonaro, envolvia três objetivos claros: 1) não errar; 2) mais Brasil e menos Brasília; e 3) deixar “Um legado”. Em relação a esses objetivos, Guimarães explicava que seu plano envolveria a venda de participações em empresas do conglomerado Caixa como a empresa da área de Seguros Caixa, Cartões, Assets e Loterias. Além disso, buscaria melhorar o funding de crédito imobiliário, que estava em falta. A meta definida era captar 50 a 100 bilhões em funding para crédito imobiliário. Para cumprir o objetivo de “mais Brasil e menos Brasília”, o presidente da instituição se comprometeu a percorrer o Brasil para ouvir a população, principalmente as comunidades carentes em regiões rurais e amazônica, ampliando barcos-agência e outras formas de atendimento à população. Disse que não se conforma em ver pessoas tomando dinheiro a juros de 20% ao mês. Falou que ao final de 10 a 15 anos, deseja que os seus filhos tenham orgulho de seu pai por ele ter feito algo que ajudou o país. Um dos seus focos é o micro-crédito, para atender as pessoas que realmente precisam, os mais pobres.

O resultado do primeiro ano de gestão tem indicado que os compromissos assumidos estão firmes e as metas estão sendo alcançadas.

 

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