ONG abortista abre vaga a 9 mil reais e tem vínculo com maiores clínicas de aborto do mundo

0
Foto de experiências internacionais da fundadora da ONG BLoco A.
Anúncio:

A ONG “Bloco A” que atua em defesa do acesso ao aborto no Brasil abriu uma vaga de pesquisa com remuneração de 9.200 reais. A ONG não informa quem é seu financiador.

A “Bloco A” é presidida por Julie Taft, estrangeira residente em Brasília e que já trabalhou para as duas maiores clínicas de aborto. Em seu Linkedin, até hoje, ela se identifica no cargo de Diretora Humanitária da International Planned Parenthood Federation (IPPF), maior clínica de abortos do mundo. Em seu currículo, ela também ostenta experiência em outra gigante do mercado de abortos no mundo, a Marie Stopes International (MSI).

Anúncio:

O site da ONG Bloco A não informa quem são seus financiadores, mas segundo consta no LinkedIn da fundadora, está presente no Brasil desde julho de 2018.

A vaga em específico está sendo divulgada entre pessoas da área da saúde, já que o foco é obter um pesquisador da área de medicina ou enfermagem para assistência e cuidado compassivo às mulheres que buscam atendimento em casos de abortamento nos termos previstos em lei no Brasil, assim descreve o “edital”. A missão do pesquisador seria revisar bibliografia sobre “redução de danos em aborto”, aplicar questionários a estudantes sobre questões culturais, clínicas e jurídicas relacionados ao aborto e por fim apresentar um relatório para a ONG.

Sem rastros da origem do financiamento, a iniciativa liderada pela renomada profissional do mercado de abortos internacional parece buscar aprofundar a instrumentalização da área da saúde pela indústria da morte, na conquista de espaços e na fabricação de dados técnico-científicos para embasar pareceres no dia a dia e no lobby pró-aborto. Em 2018 publicamos um estudo analisando os aspectos históricos da instrumentalização da área médica no Brasil pela indústria do aborto. A Bloco A parece mais uma iniciativa nesse sentido.

Entre os objetivos da ONG está aumentar a capacidade de fornecimento de serviço de saúde reprodutiva (o que inclui o aborto voluntário) para mulheres no Brasil.

Além de experiência em clínicas, a fundadora da ONG, Julie Taft, tem no currículo passagens por diversos países pobres da Àfrica e Ásia, em missão para expansão do acesso ao abortamento. Taft também é coautora de artigo científico sobre técnicas e experiências acerca de como acelerar o acesso ao aborto, em pesquisa que avalia resultados da clínica Marie Stopes International.

 

Inscreva-se em nossa Newsletter e receba novidades por e-mail.