Universidade americana está banindo livros que “ofendem” estudantes

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Videologia/Getty
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Na última semana, a Georgetown University, sediada em Washington (D.C.), anunciou que está banindo diversos livros que estudantes consideram “ofensivos”, informou o Breitbart.

Apurou-se que funcionários da famosa universidade Georgetown University começaram a retirar centenas de livros das prateleiras, pois estudantes reclamaram que o conteúdo dos materiais era cheio de “intolerância”.

“A estudante Alexandra Bowman reclamou com os administradores depois de perceber que um livro em uma biblioteca do campus apresentava com destaque um americano nativo em sua capa. Pouco tempo depois, as bibliotecas Reynolds e McCarthy de Georgetown ficaram quase limpas”, escreveu o Breitbart.

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Bowman justificou-se dizendo que: “enquanto alguns [livros] eram simplesmente mistérios de crime representativos do tempo literário e cultural em que foram escritos, outros livros incluíam elementos extremamente problemáticos e prejudiciais, incluindo a glamourização de estupros, incluindo o de meninas menores de idade. Mulheres completamente nuas de todas as raças eram frequentemente exibidas nas capas desses livros. Além disso, muitos livros fetichizaram jovens mulheres não-brancas. ”

A revista Georgetown Review, que circula dentro da universidade, endossou as críticas de Alexandra Bowman e sugeriu a retirada de diversas outras obras que tinham imagens de cunho sexual na capa.

A administração da universidade também tomou medidas semelhantes de banimento de livros cujos “títulos, tópicos e imagens levantaram preocupações para estudantes e funcionários”, disse um porta-voz da universidade a respeito do caso.