Ampliação da base de dados de programas sociais evitará fraudes, comemora governo

Governo comemora que 91% dos beneficiários de BCP (Benefício de Prestação Continuada) já estão no Cadastro Único de programas sociais do governo. Crescimento da base de dados evitará fraudes.

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Em marco inédito no Cadastro Único, o acesso dos beneficiários do Benefício de Prestação Continuada (BCP) foi ampliada, promovendo afluência a serviços da assistência. O Cadastro Único (CadÚnico) é a maior base de dados do Ministério da Cidadania para programas sociais. O crescimento do número é comemorado pelo governo federal, pois amplia o acesso de 4,2 milhões de pessoas a outros serviços e benefícios disponíveis pela política pública da assistência social e será capaz de evitar fraudes em todo o Brasil.

Segundo o diretor do departamento de Benefícios Assistenciais do Ministério da Cidadania, André Veras: “Esse número é um marco inédito que vinha sendo esperado há muito tempo”, comemora. Ainda de acordo com Veras, quando o processo chegar ao fim, com data prevista para junho de 2020, a ação deverá gerar economia aos cofres públicos. Isso porque quem recebe o benefício de forma indevida não poderá entrar no Cadastro Único.

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“Nós ainda vamos poder precisar quanto que esse processo gerou de economia, uma vez que muitas pessoas que não atendem aos critérios e recebem o benefício irregularmente não poderão mais ter o acesso”, ressaltou Veras.

A base de dados do Ministério da Cidadania registra 91% de cadastrados. Hoje, idosos acima de 65 anos e pessoas com deficiência e que possuem renda familiar de até R$ 238 reais são beneficiárias do BCP. Ano passado, o governo federal lançou um cronograma para que os beneficiários fizessem o cadastramento obrigatório e não tivessem o benefício suspenso. “A partir do momento em que o beneficiário se inscreve no Cadastro, ele pode ter acesso a outros programas como o Minha Casa, Minha Vida e a Tarifa Social de Energia Elétrica. Isso possibilita que o governo federal conheça melhor as famílias para aperfeiçoar a política pública voltada aos mais vulneráveis”, enfatizou Veras.

*Com informações da assessoria de comunicação do Ministério da Cidadania.