Imprensa acredita estar vivendo Apocalipse Nazista no Brasil

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Cena do filme Operação Overlord
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Após o Caso Alvim, os jornais brasileiros vêem-se liberados para associar quase tudo no governo Bolsonaro ao nazismo. O caso abre um precedente perigoso, principalmente tendo em vista a poderosa hegemonia extremista nas redações. Após o ocorrido, o colunista Leandro Sakamoto disse: “Tá liberado chamar o governo Bolsonaro de nazista“, uma frase recebida com entusiasmo pelo blog petista Brasil 247.

A cobertura da imprensa está quase no nível do suposto ataque dos marcianos transmitido no rádio, em 1938, quando a narração da novela de H. G. Wells provocou pânico no leste dos Estados Unidos. Era a novela “Guerra dos Mundos”. Hoje presenciamos a invasão dos nazistas do governo.

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Os ataques da imprensa contra Bolsonaro começaram nas eleições e foram responsáveis indiretos pelo atentado que quase o matou. Isso ficou evidente no depoimento do criminoso, que repetiu acusações sempre usadas nos meios de comunicação por meio de ilações e associações com o então candidato. A narrativa jornalística moveu a mão de Adélio.

O objetivo dessa associação é destruir por completo o adversário, colocá-lo fora do debate e do combate, demonizá-lo ao ponto da total aniquilação política. A revista Exame, para classificar a ideologia, chegou a inventar um “nacional-liberalismo”, ao falsificar uma nota do governo alemão sobre o nacional-socialismo, ideologia nazista. A Exame tentou forçar uma associação com o liberalismo do governo Bolsonaro, uma ideologia que era, na verdade, combatida pelos fascistas e nazistas.

Com isso, toda a direita passa a ser perseguida e associada ao nazismo, o que significa uma tentativa clara de criminalizar todo pensamento conservador associando-o a uma ideologia e reforçando o clima de polarização até ao extremo. Essa tática pode funcionar e provocar a redução do apoio a Jair Bolsonaro por parte dos adeptos mais temerosos e menos atentos às estratégias da esquerda.

Nazismo e comunismo são idênticos, mas só o nazismo é proibido

A maior parte dos jornalistas da grande mídia é composta de adeptos das ideologias mais sanguinárias do século XX. O comunismo soviético matou mais de 100 milhões de pessoas, perseguiu e matou 12 milhões de cristãos.

Mas enganam-se os que vêem na associação nazista uma tentativa de análise mesmo semântica das ideologias. Trata-se da tentativa de destruir o adversário. Responder uma acusação de nazismo com uma aula de história beira o ridículo. O que eles querem é xingar para colocar na cadeia e criminalizar todo pensamento conservador, o que significa a grande maioria da população brasileira, devolvendo assim às elites o controle das mentes e das almas.

Jornalistas sabem muito bem que o governo não tem nada de nazista, mas prefere fingir escândalo. O episódio certamente ficará na história do jornalismo como a maior conspiração midiática contra um governo e, naturalmente, contra um país inteiro.

Trata-se de uma ação deliberada, levada à cabo por ativistas extremistas encastelados nas redações, do mesmo tipo de Adélio Bispo. Os jornalistas da chamada extrema-imprensa apenas usam uma arma diferente: a mentira e a construção de narrativa.

Não foi por falta de aviso. A falta de um jornalismo de direita engajado em pautas e ações em conjunto, para o registro da narrativa correta dos fatos, fez de toda a direita um alvo fácil daqueles que detém os meios de narrar a realidade como bem entendem.

 

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