Deputada é denunciada por justificar incêndios em igrejas na Espanha

Nomeada presidente do Instituto da Mulher será processada por crime de ódio

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A deputada e ativista LGBT do partido Podemos, da Espanha, está sendo denunciada pela Associação de Advogados Cristãos, por justificar atentados contra igrejas católicas, eventos cada vez mais comuns na Europa. A denúncia por crime de ódio ocorre após ela ter sido nomeada diretora do Instituto da Mulher.

Beatriz Gimeno é acusada por um artigo publicado em um jornal espanhol, em 2013, no qual argumentava:

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Naqueles países nos quais a Igreja (Ou as igrejas) compartilham da normalidade do exercício das liberdades, ninguém sente necessidade de incendia-las. Mas não é este o nosso caso. O profundo descontentamento de muitas pessoas aqui vem ganhando impulso”, disse a ativista.

Ela argumenta também que a Igreja Católica, na Espanha, esteve associada ao poder e que não estaria conectada aos “anseios dos trabalhadores e do campesinato”, entre outros argumentos associados à esquerda católica e Teologia da Libertação.

A presidente da Associação de Advogados, Polônia Castellanos, assegura que Beatriz Romeno “nao pode ser diretora do Instituto da Mulher quando justifica o assassinato de milhões de mulheres católicas”, disse a advogada assegurando que a denúncia irá prosperar.

Gimeno foi presidente da FELGBT, Federação espanhola de lésbicas e gays, transexuais e bissexuais, entre os anos de 2003 e 2007, e responsável pela área de igualdade do partido de esquerda Podemos, em Madrid.

Fonte: ACI Prensa

 

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