Jornais incentivam aborto com pesquisa encomendada por clínicas de aborto e fundações

Manchetes de incentivo ao aborto podem induzir mulheres ao aborto clandestino, colocando suas vidas em risco.

0

A pesquisa acadêmica publicada em janeiro por pesquisadores financiados pelas duas maiores clínicas de aborto do mundo está sendo usada pela grande mídia, no Brasil, para fazer apologia ao aborto. A postura radical expõe mulheres a risco de morte em abortos clandestinos.

Como explicado em artigo anterior, a pesquisa que afirma que a maioria das mulheres não se arrependeu do aborto nada mais é do que uma de tantas pesquisas pagas por clínicas de aborto para manter e expandir seus mercados.

Anúncio:

A manchete da Capricho foi a mais ousada e irresponsável até o momento, ao trazer a afirmação: “Alívio é o que a maioria das mulheres sente após o aborto, diz estudo“. Um estudo recente no Brasil mostrou que as mulheres que são favoráveis ao aborto apresentam de 6 a 28 vezes mais chance de abortar clandestinamente. Se apenas a opinião afeta a decisão em abortar de forma clandestina, anunciar publicamente o slogan que a “maioria” sente “alívio” depois do aborto, definitivamente promoverá o aborto clandestino no Brasil incentivando muitas mulheres. O incentivo pode atingir justamente as mulheres mais jovens, adolescentes e de periferia, mas também poderá se tornar argumento na mão dos homens que buscando se eximir de suas responsabilidades paternas, optam por pressionar namorada ou companheira a cometerem um aborto, mesmo contra a vontade delas. A realidade dos abortos forçados vem sendo negligenciada por não coincidir com interesses ideológicos e financeiros de muitos grupos.

Não será surpresa se em breve verificamos nos dados do SUS um aumento no número de complicações pós-aborto no Brasil e de óbitos maternos por aborto, após essa campanha da mídia.

 

Inscreva-se em nossa Newsletter e receba novidades por e-mail.