Rica em minério, Alter do Chão tem cerca de 250 ONGs e fundações Ford e Bill Gates

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Divulgação

Em setembro deste ano, os incêndios florestais tiveram ampla cobertura da mídia, inclusive internacional, que buscou responsabilizar o Governo brasileiro pelo ocorrido. Na ocasião, o presidente Jair Bolsonaro chegou a ventilar suspeitas sobre as muitas ONGs que atuam na região. Nesta semana, uma operação policial confirmou a informação e começou a prender membros de ONGs suspeitas de envolvimento com os incêndios. A região, que é rica em minérios, tem hoje pelo menos 250 ONGs e movimentos sociais em atividade, muitos ligados a entidades estrangeiras.

De acordo com matéria da Folha de S. Paulo, a ONG “Brigada de Alter do Chão”, suspeita de envolvimento nos incêndios de Santarém e alvo de operação policial, integra a “Rede Folha de Empreendedorismo Socioambiental” pela qual chegou a ser até premiada. Segundo os integrantes da ONG, entrevistados pela Folha, “é uma ação política para tentar desmoralizar as ONGs que atuam na Amazônia”. Na verdade, é forte a suspeita de que a atuação dessas ONGs envolve interesses internacionais sobre o território brasileiro e seus minérios.

A corrida de especulações imobiliárias em uma vila de cerca de 5 mil habitantes, denunciada pelas ONGs, é explicada pela riqueza do seu solo. A Fundação Ford, Bill e Melinda Gates, além da WWF, são algumas das entidades internacionais que vêm atuando para a compra de territórios nacionais protegidos, segundo fontes da região.

Em 2010, o Príncipe Charles esteve pessoalmente na afastada região, contou um médico que atende na região. O príncipe comanda a ONG internacional WWF, atuante em Alter do Chão, junto de outras centenas de ONGs. Mas as preocupações ambientais e com populações ribeirinhas são nada mais que uma fachada para um interesse na compra de áreas de preservação, diz um advogado da região.

De acordo com recente comunicado da ONG WWF-Brasil, o grupo “possui contrato de Parceria Técnico-Financeira com o Instituto Aquífero Alter do Chão para a viabilização da compra de equipamentos para as atividades de combate a incêndios florestais pela Brigada de Alter do Chão, em Santarém/PA, no valor de R$ 70.654,36”.

Segundo moradores e profissionais que atuam na localidade, a ação dessas ONGs barra o desenvolvimento da região, que é rica em minério e recursos naturais, mas com uma população pobre, refém de ativistas e grupos internacionais.

História de interesses internacionais

O interesse pelas zonas afastadas da Amazônia remonta a décadas, quando o empresário e filantropo Henry Ford fundou, em 1927, uma cidade no interior do Pará, batizando-a de Fordlandia, uma espécie de utopia industrial que acabou naufragando, não sem antes levar todo o ouro da região. Ele ganhou a concessão do governo brasileiro para a exploração de uma área de 800 mil hectares, nas quais plantaria seringueiras e construiria a cidade.

A cidade, hoje esquecida e abandonada, fica bem perto de Santarém e representou a promessa de uma cidade em estilo americano no interior da Amazônia. Junto das seringueiras, porém, estava prevista uma grande exploração de madeira e minérios, conforme previsto no acordo com o governo da época.

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FabioJesuelFelipe RochaAdalbertoAlmanakut Brasil Recent comment authors
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karlos
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karlos

Ford veio para explorar CAULIM e CELULOSE.Projetos de seringueiras foi outra das ações.Ele trouxe VIA MAR,uma PLANTA INDUSTRIAL COMPLETA DE CELULOSE do JAPÃO e ancorou a mesma ALI NO JARI,fato INÉDITO NO MUNDO.Quebrou por ter de fazer estradas,hospitais,escolas,mercados,fornecer energia elétrica,água,etc.TUDO por pressão do gov.militar,o Sr.Delfim e gang e o MAIS RICO homem do Brasil que arrematou tudo depois através de um “acôrdo”.

José
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José

Hum sei, agora gostaria de saber a outra versão da história, mas contada por alguém que não fosse um ativista da extrema-esquerda.

karlos
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karlos

vai ler cara.Retire o traseiro da poltrona,vá para uma biblioteca,busque literatura e leia.

karlos
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karlos
Adalberto
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Adalberto

Estude um pouco mais, a celulose do Pará e Amapá, veio na década de 70 com o Sr. Daniel Ludwig,e fica a pelo menos 300 km em linha reta de Alter do Chão, além de, estar na calha norte do rio Amazonas.
E o Sr. Delfim Neto, foi um cidadão que estava para o Brasil, no mesmo patamar do Sr. Paulo Guedes (Salvador da Patria, entreguista por excelencia)

karlos
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karlos

OPS..confundi o FORD com o Sr. Daniel Ludwig que foi quem sofreu ataques dos militares e brasilianistas.

karlos
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karlos

O PROBLEMA da FORDLANDIA foram AS DOENÇAS QUE ATACAVAM OS SERINGAIS por se tratar de plantação em monocultura.

José Cotrim
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José Cotrim

Correto

José
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José

Incorreto.

karlos
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karlos

teu @#$#!!

José
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José

Chega de mentiras, parem de manipular as informações.

José
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José

Você (gringo) é só mais um ativista da extrema-esquerda. Vamos desmascarar esses lixos.

Bruno
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Bruno

Se depender de mim a gente bota uma Havan ali e entrega pro véio.
Melhor do que pro FORD.