Transgêneros no esporte: ciência e não ideologia

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Foto: Reprodução - Ilustra o tema. Hannah Mouncey, 28 anos, 1,90m. Transexual que obteve aprovação para competir na categoria feminina pela Federação de Futebol Austrliano, na Austrália. Integrou time masculino por alguns anos e em após "mudança de sexo" em 2015 obteve recente autorização para migrar para categoria feminina.
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"A biologia tem sido totalmente deixada de lado na questão dos transgêneros mulheres (aqueles nascidos homens, mas que se identificam com o gênero feminino) no esporte. É louvável a inclusão deste estrato social em competições, já que os estudos mostram que o nível de atividade física delas é menor que o da população em geral, muito disso causado pelo preconceito, mas isso não pode se dar à custa da destruição do esporte feminino e contra as evidências científicas.

É recorrente o argumento de que faltam estudos para proibir ou permitir a presença de transgêneros mulheres em competições femininas, como foi a conclusão de uma revisão sistemática de 2017. Desconfio de que isso seja proposital, já que para o óbvio não há necessidade de estudos. Fez sucesso um artigo satírico no British Medical Journal que comparava pular de um avião com ou sem paraquedas para avaliar mortalidade. Como o p...

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