Suspeito de matar Marielle diz que trabalhou para o petista Lindbergh Farias

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Foto: agência Brasil
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Élcio Queiroz, um dos principais suspeitos no caso do assassinato da ex-vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, em depoimento ao Ministério Público do Rio de Janeiro, nesta terça-feira, dia 5, declarou que ele já foi funcionário do petista Lindbergh Farias, na época em que Lindberg era prefeito de Nova Iguaçu, RJ.

Segundo a investigação, os principais suspeitos são Élcio Queiroz (que teria dirigido o carro que perseguiu Marielle) e o policial reformado Ronnie Lessa (que atirou contra a vereadora e seu motorista).

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A gravação do depoimento de Queiroz foi divulgado por Carlos Bolsonaro. No vídeo, Élcio Queiroz afirma que trabalhou como assessor do PT durante a gestão do prefeito Lindbergh Farias. O suspeito do assassinato ainda elogia o petista e afirma não ter nada contra a esquerda.

A delação ocorre poucos dias após a Rede Globo de Comunicação impulsionar um ataque contra o presidente Jair Bolsonaro, numa tentativa de envolvê-lo no assassinato da vereadora carioca. As investigações indicam, cada vez mais, que o crime envolve a própria esquerda, que fez de tudo para fazer de Marielle uma heroína que teria sido morta por motivos racistas ou ideológicos, sempre buscando culpados na direita, até mesmo na pessoa de Jair Bolsonaro.

 

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