5 fatos que simbolizam campanha de jornais contra Bolsonaro

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Bolsonaro foi socorrido pela Polícia Militar
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Muitos fatos podem ser enumerados como representativos da campanha midiática feita contra Jair Bolsonaro, desde quando era deputado, passando pelo candidato e, por fim, o presidente historicamente mais popular e eleito sem tempo de TV, pelo qual milhares de eleitores engajaram-se em campanha voluntária pelo país. Um candidato que prometia libertar o Brasil das amarras globalistas e politicamente corretas utilizadas pela esquerda continental, não era algo que passaria impunemente pelas páginas dos jornais.

1. O podcast da Piauí

Em maio de 2018, Fernando de Barros e Silva, diretor de redação da Revista Piauí – cujo website é hospedado pela Folha – afirmou que as reportagens do jornal tentariam “pegar o Bolsonaro de qualquer jeito”. Eles estavam falando ainda da pré-candidatura de Jair Bolsonaro e referindo-se a uma reunião de pauta que o editor teria participado. Segundo Fernando, a informação seria proveniente de “quatro colegas que ocupam cargos de chefia” que conversaram com ele em off (sem que fossem identificados posteriormente). O jornal adotaria uma linha editorial para, nas palavras de Fernando, “prejudicar o Bolsonaro fingindo fazer jornalismo”, exatamente como tem acontecido desde então.

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O fato foi abordado em um pequeno documentário de Estudos Nacionais, produzido pouco antes das eleições de 2018, onde se pode ouvir os áudios na íntegra.

2. A facada e a narrativa

Assim que prestou depoimento, Adélio Bispo de Oliveira, o esfaqueador de Bolsonaro, justificou-se pelo crime cometido repetindo toda a cantilena midiática a respeito do então candidato: misógino, machista, homofóbico, racista, fascista etc. Toda a narrativa dos jornais havia sido materializada na lâmina de uma faca que quase encerrou a carreira política do candidato favorito às eleições presidenciais. Há na história muitos casos de linchamento e morte de pessoas por causa da cobertura dos jornais. Neste caso, porém, ninguém responsabilizou os jornais por criar uma narrativa de ódio contra um candidato.

3. Jornalista da Espanha propõe guia para derrubar Bolsonaro

A campanha contra Bolsonaro não acontece somente no Brasil. Publicado em um jornal espanhol no dia da posse de Bolsonaro, o artigo de autoria da colunista Renata Ávila, propõe cinco passos para neutralizar o presidente brasileiro nos primeiros 100 dias de seu governo. A publicação recebeu destaque no Estudos Nacionais na época. Ávila pertence ao movimento de esquerda europeia pró migração e anti-Brexit DIEM25. Entre as sugestões estão o apoio à liberdade de Lula, o reforço na fiscalização do governo em busca de escândalos de corrupção e campanhas contra a “apologia da legitima defesa” de brasileiros. A autora conclama todos a um “compromisso intelectual e jornalístico contra o fascismo”.

4. O caso Constança Rezende

A jornalista do Estadão, Constança Rezende, teve o áudio de uma conversa privada com um jornalista francês divulgado pelo site Terça Livre, no qual a jornalista admitia estar investigando o filho do presidente, Flávio Bolsonaro, com objetivo de prejudicar o governo Bolsonaro. A divulgação do áudio teve ampla repercussão e os jornais classificaram de Fake news. No áudio, que era em inglês, deixou evidente o sentido das frases da jornalista. Foi a partir daquele momento que Allan dos Santos, do Terça Livre, e a jornalista Fernanda Salles, responsável pela matéria, começaram a sofrer ameaças e perseguições pela esquerda, além de rotulados pela imprensa.

O fato ilustra o clima de ódio e conspiração que reina nas redações de jornais brasileiros e traz à tona um tipo de expediente que devia ser objeto de processo judicial.

5. 10 milhões para a causa Marielle

O assassinato da vereadora do PSOL, Marielle Franco, obteve espantosa atenção dos jornais desde que ocorreu. A pressão pelas investigações contrastam com o descaso e indiferença em relação à busca pelos mandantes de Adélio Bispo. Mas a atenção exagerada dos jornais tem explicação: a Fundação Marielle Franco foi fundada a partir de uma doação milionária de fundações internacionais como a Ford e a Open Society, esta última pertencente ao bilionário George Soros, que também financia os estudos do militante de extrema-esquerda e ex-deputado, Jean Wyllys, em Harvard.

Os 10 milhões doados pelas fundações tiveram o objetivo de “formação de lideranças políticas” no Brasil. Fica clara a ingerência estrangeira na política de maneira a criar mudanças aparentemente espontâneas, já que a campanha por Marielle Franco, sem esse dinheiro, talvez recebesse tanta atenção ou importância no Brasil.

Desde o início da campanha por Marielle, radicais da extrema-esquerda já acusavam Bolsonaro e seus filhos com adjetivos como fascistas e até assassinos. Isso demonstra profunda e indiscutível consonância entre o papel de setores extremistas e o jornalismo nacional.

A recente associação feita pela Globo entre o nome de Jair Bolsonaro e os supostos assassinos de Marielle é parte constitutiva de uma narrativa que vem sendo alinhada e impulsionada em determinados momentos. Neste caso, o momento é visto como propício à esquerda, que promove manifestações de desestabilização de governos não esquerdistas por toda a América Latina, prometendo chegar ao Brasil em breve.

Há centenas de outros casos que poderiam ser citados para ilustrar a perseguição contra o governo Bolsonaro, já que eles ocorrem todos os dias. Um deles foi o episódio em que um jornalista da Época fingiu ser aluno da esposa de Eduardo Bolsonaro para procurar alguma declaração polêmica. Mas destacamos aqui apenas os 5 episódios vistos como emblemáticos, pois ilustram a intenção e premeditação dessa campanha, não podendo ser fruto apenas de uma cobertura enviesada de jornalistas específicos ou erros cometidos simplesmente.