Quem banca a campanha contra o Brasil no Conselho de Direitos Humanos da ONU

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Foto: Elma Okic/ONU
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Duas ONGs financiadas por grandes grupos internacionais vem se organizando para minar a reeleição do Brasil para o Conselho de Direitos Humanos da ONU (CDH/ONU), após as declarações de oposição do governo brasileiro à Ideologia de Gênero, ao aborto, culminando com o discurso antiglobalista do presidente Jair Bolsonaro. As ONGs de extrema-esquerda são a Conectas Direitos Humanos e a Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Intersexos (ABGLT).

Além da postura recente do governo, as ONGs ficaram desagradadas com a reação do presidente Jair Bolsonaro aos ataques da Alta Comissária de Direitos Humanos da ONU, Michelle Bachelet.

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Segundo matéria da Veja, as duas organizações emitiram comunicados que prometiam um poderoso lobby anti-Brasil para as próximas eleições, que acontecem no dia 16 de outubro, apelando a outros governos para que não reelejam o país.

Para se manter como um dos 47 membros do conselho, o Brasil precisa de 97 dos 194 da Assembleia-Geral das Nações Unidas. Os membros são eleitos por um período de três anos e não podem ser reeleitos após dois mandatos consecutivos. Isso significa que, se eleito, o Brasil permaneceria no CDH/ONU durante todo o governo Bolsonaro. De acordo com a Veja, a agenda de direitos humanos do governo atual “desmonta premissas que o país já havia assumido em administrações anteriores”.

As declarações do governo brasileiros contrárias às políticas de gênero e “saúde reprodutiva da mulher” (aborto) vem causando incômodo em ativistas que trabalham para grandes milionários e fundações globalistas, como a Fundação Ford, Open Society, Oak Foundation e outras.

Quem quer o Brasil fora do debate?

De acordo com a sua prestação de contas, a Conectas recebeu, só em 2017, mais de R$ 3,2 milhões somente da Ford Foundation, entidade famosa por buscar influenciar debates públicos no Brasil desde 1967. Em seguida, vem a Oak Foundation, com R$ 1,1 milhão, no mesmo ano, além da Open Society Foundation, pertencente ao megabilionário George Soros, que injetou R$ 500 mil na conta da Conectas, simbolizando a confiança nas causas e ações promovidas pela ONG brasileira.

Além dessas fundações privadas, órgãos governamentais como a Embaixada dos Países Baixos e a Embaixada da Irlanda, também doaram a essas organizações brasileiras que vêm atuando em debates sobre direitos humanos no Brasil. Por exemplo, tanto a Conectas quanto a ABGLT atuaram em parceria na condição de Amicus Curie (amigos da corte), junto ao Supremo Tribunal Federal, na Ação Direta de Inconstitucionalidade 4277, que pedia o reconhecimento da união homoafetiva.

Em seu relatório anual de 2011, a Conectas admitiu ter recebido doações de outros importantes órgãos internacionais, como a Comissão Europeia e o United Nations Democracy Fund, com a promessa de atuar em defesa dos direitos humanos. Com essa fachada, a Conectas atua em defesa das agendas ideológicas de grandes milionários globalistas, na condição de “sociedade civil” para influenciar debates internos visando mudanças no direito e na legislação nacionais.

Já a ABGLT, que é presidida por Toni Reis, detém importante papel nas Nações Unidas e é financiada por órgão da própria ONU por meio do United Nations Programme on HIV/AIDS -UNAIDS e conta com o apoio do GALE – Global Alliance for LGBT Education, com o qual produziu o documento, em inglês, intitulado: LCBT Communication Manual Lesbians, Gay Men, Bisexuals, Transvestites and Transsexuals.

O documento foi elaborado com o apoio da Fenaj (Federação Nacional dos Jornalistas), Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná e executado pela Paraná Alliance for LGBT Citizenship, entidade que também é financiada por órgão da ONU.

Como o próprio nome diz, trata-se de um manual linguístico de sugestões para uso de expressões por jornalistas e ativistas da causa LGBT. O manual traz, por exemplo, definições que considera importante para serem usadas como forma de sugerir usos opostos ou diversos dos consagrados pela sociedade, vista como essencialmente preconceituosa. Termos como homofobia, transfobia, homofobia internalizada, estupro, pedofilia, promiscuidade etc, são redefinidos nos termos de como lidar com eles em comunicação pública. Além disso, é claro, o documento define termos essenciais como gênero, Identidade de gênero etc.

Uma das sugestões do manual é nunca associar pedofilia a uma orientação sexual, mas como desordem psíquica totalmente diversa da homossexualidade. O guia orienta ativistas estrangeiros para o fato de que “atos de indecência” são puníveis no Brasil, mas salienta que essas leis são utilizadas para perseguição das comunidades LGBT.

O manual tem grande importância no meio LGBT e demonstra o cuidado que o movimento busca ter com as palavras e a vigilância que seus ativistas devem ter tanto entre si quanto com a prática jornalística, política e social. Isso mostra o risco que perceberam nas recentes palavras do governo brasileiro em relação às pautas globais defendidas pelos grupos que os financiam.

 

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NEY PEREIRA DE ALMEIDATelmo De ToledoAlmanakut BrasilBlue EyesAbdala Autores de comentários recentes
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Abdala
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Abdala

Pronto. Estão identificados os inimigos da pátria e seus nefastos interesses. Só falta a população entender que por trás de nomes bonitos se esconde o lobo em pele de cordeiro.

Blue Eyes
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Blue Eyes

O país precisa rapidamente de uma legislação que regulamente as ações de ongs e congêneres, bem como a captação de recursos e a destinação dos mesmos perante os interesses da sociedade nacional e do governo, bem como total transparência de fins e meios que esses recursos tenham em solo pátrio… esse tipo de ação de infiltração de interesses adversos não tem conhecido trégua na China e na Rússia… porque aqui temos que aceitar forças estranhas a nossa vontade agindo a seu bel prazer ???…

NEY PEREIRA DE ALMEIDA
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NEY PEREIRA DE ALMEIDA

De acordo. Trata-se SIM de interferência internacional – corruptora, porque usa dinheiro – na formação do pensamento popular brasileiro, com intuito VISIVELMENTE POLÍTICOS, posto que visam o GLOBALISMO defendido pelos Socialistas Fabianos que controlam todas as midias e diversas Instituições Internacionais. Inclusive a ONU. Vide a ultima eleição para o CDH – DIREITOS HUMANOS – ELEGERAM A VENEZIUELA E O SUDÃO, duas das mais totalitarias ditaduras esquerdopatas.

Almanakut Brasil
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Almanakut Brasil

Quem banca a campanha contra o Brasil no Conselho de Direitos Humanos da ONU – (Estudos Nacionais

Desde a sua fundação (24/11/1945), a ONU só teve Secretários Geral comunistas e/ou socialistas.

José Marcio Artigo142 – 25/09/2019

https://www.youtube.com/watch?v=J1Hzj1Ez-nQ

Telmo De Toledo
Visitante
Telmo De Toledo

MUITO ESCLARECEDOR

– CONTINUEMOS ASIM, MANDANDO ELES SE FERRAREM E NÃO CONTRIBUINDO COM RECURSOS PÚBLICO