Bolsonaro na ONU (Parte V): “O Brasil é um país aberto ao mundo”

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Foto: Facebook/Jair Bolsonaro

Novas Relações Internacionais

No trecho em que trata da nova faceta do Brasil nas relações exteriores, Bolsonaro começa falando do histórico de ações concretas do país em missões da ONU pela paz, como no Haiti (desde 2004), Líbano (desde 2011) e Congo (desde maio de 2019)

A devoção do Brasil à causa da paz se comprova pelo sólido histórico de contribuições para as missões da ONU.

 

E reitera nosso compromisso com as bandeiras dos direitos humanos e da democracia, se colocando à disposição para que continuemos colaborando à paz entre as nações, sobretudo no que tivermos de expertise.

Reafirmo nossa disposição de manter contribuição concreta às missões da ONU, inclusive no que diz respeito ao treinamento e à capacitação de tropas, área em que temos reconhecida experiência.

 

Todo esse preâmbulo é endereçado àqueles que, lendo o New York Times ou o Le Monde – e sobretudo à GloboNews –, botaram na cabeça que elegemos não um presidente, mas um totalitarista desmiolado, um retrógrado indefectível, um bronco reacionário que nas noites quentes do Cerrado leva a Michele e a Laurinha, ambas pelos cabelos, para dormirem nos fundos duma gruta em Salto do Corumbá.

Ato contínuo, o mandatário listou uma série de encontros que teve, durante esse primeiro ano de mandato, com líderes internacionais, dentre eles: Donald Trump (EUA), Maurício Macri (ARG), Benjamin Netanyahu (ISR), e também à parceiros na Ásia (China e Japão), e no Oriente Médio, além do já citado Israel (Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Catar).

Além disso, Bolsonaro ressaltou que seguirá nesse tour mundial para conversar com toda sorte de parceiros concretos ou possíveis, na política e na economia, cumprindo sua posição de campanha de que não pautaria as relações internacionais pelo viés ideológico, como o PT com seus parceiros do Foro de São Paulo e BRICS, mas, de outro modo, pelo critério prudencial, baseado nas possibilidades reais de ganhos ao Brasil, sem que essas vantagens acarretem na sustentação de planos particulares de poder, sobretudo aqueles que ferem os valores fundamentais da liberdade e da democracia.

Como os senhores podem ver, o Brasil é um país aberto ao mundo, em busca de parcerias com todos os que tenham interesse de trabalhar pela prosperidade, pela paz e pela liberdade.

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