Equador rejeita legalização do aborto para casos de estupro e malformação fetal

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Foto: Pixabay.

A Assembleia Nacional do Equador rejeitou, no dia 18/09, a despenalização do aborto para casos de estupro, incesto, malformação do bebê no ventre materno.

A tentativa de legalização do aborto nestas situações ocorreu no âmbito do debate sobre as reformas do Código Orgânico Integral Penal (COIP) do Equador. foram 65 votos na Plenária 611 da Assembleia Nacional que deram vitória para a defesa da vida. Para a liberação do aborto era necessário 70 votos a favor da proposta abortista.

Um país que implementou legislação semelhante foi o Chile, em 1989, quando proibiu o aborto em todas as situações incluindo em caso de estupro, e após essa alteração legislativa no final da década de 1980, o Chile logrou décadas de redução na mortalidade materna e índices de abortos clandestinos.

Em 2018 o lobby pró-aborto conseguiu reverter a situação no Chile e o aborto foi legalizado para casos de violência sexual.

Koch et al. 2012. Fundamental discrepancies in abortion estimates and abortion-related mortality: A reevaluation of recent studies in Mexico with special reference to the International Classification of Diseases. International Journal of Women’s Health 2012:4 613–623

Informações: Onoticias.com.br

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Perfil verificado pelo Twitter ensina mulheres a abortar bebês – (Renova Midia – 19/09/2019)

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