Em recuperação da cirurgia, Bolsonaro terá agenda encurtada na Assembleia da ONU

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Foto: Facebook/Jair Bolsonaro
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Por recomendações médicas, a agenda do presidente Jair Bolsonaro na 74ª Assembleia Geral da ONU, a se realizar em Nova York, na próxima semana, será encurtada. Em vista disso, não ocorrerão alguns importantes encontros bilaterais, dentre eles, a conversa com o premiê britânico, o líder conservador, Boris Johnson.

Johnson, que é alinhado com Donald Trump em várias questões, assinalou uma aproximação com o Brasil, quando, no último encontro do G7, encurralou o presidente francês, Emmanuel Macron por conta de suas declarações espalhafatosas sobre a Floresta Amazônica. A expectativa era que Bolsonaro e Johnson se reunissem para debater, além das questões ambientais, um acordo de livre comércio.

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Pelos mesmo motivos, Bolsonaro deixará de se encontrar com outros aliados, como Donald Trump, com quem Bolsonaro falaria antes de seu discurso, que abrirá a Assembleia; com o presidente da Polônia, o também conservador Andrezej Duda, que integra o Grupo Visegrado, com a Hungria, República Tcheca e Eslováquia, todos governados por partidos de direita, e que estudam uma política climática alternativa ao Acordo de Paris; e com o colombiano Ivan Duque, aliado de Bolsonaro nas questões amazônicas e no combate à ditadura de Nicolás Maduro na Venezuela.

A comitiva brasileira embarca para os EUA no próximo dia 23, segunda-feira, e retorna, segundo as previsões, no dia 25.