CPI das Fake News alegra esquerda e pode servir como censura

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Foto: Geraldo Magela/Agência Senado.
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As principais narrativas da esquerda e os ataques à Lava-Jato estão entre as ideias do presidente da CPMI das Fake news, o senador Angelo Coronel (PSB-BA). Assim, a CPMI está agradando mais os membros da esquerda e o Centrão, com poder na condução dos trabalhos.

Segundo O Antagonista, em junho de 2019 o senador Angelo Coronel anunciava a coleta de assinaturas para criação da CPI da Lava Jato. Em outro episódio, requeria punição de Dallagnol, onde caracterizada o viste The Intercept como um “site renomado internacional”. O senador Angelo Coronel é visto como aliado do PT por alguns.

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Recentemente o líder do PT no Senado, o senador Humberto Costa, afirmou que a CPI das fake news deverá ter foco em apurar o que ele chama de campanha difamatória contra o presidente do Senado (Davi Alcolumbre) e contra o presidente da Câmara dos Deputados (Rodrigo Maia), bem como os “ataques ao poder judiciário” e “o cerco a qual estão submetidos a Câmara e o Senado” sobre qualquer votação que se realize.

Assim, reivindicações sociais podem ser vistas pela CPI das Fake News como atos ilícitos, caracterizando-se um esforço da classe política para neutralizar a voz da população que tenta acompanhar o trabalho dos políticos.  Sob pretexto de combate a fake news, parte da classe política tenta impedir que a população possa acompanhar e criticar seu trabalho, criando uma forma de censura e ataque ao regime democrático.