Apresentador da Globo News propõe morte de Bolsonaro para salvar planeta

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Divulgação (blog Ricardo Antunes)
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“Ao não matar Bolsonaro, diz Kunkel, esfaqueador provocou um desastre ecológico”

O colunista Mário Sérgio Conti, em sua coluna intitulada “Sol negro no céu da pátria”, publicada no dia 7 de Setembro, Dia da Independência, no jornal Folha de S. Paulo, fez suas as palavras do escritor da moda norte-americana, Benjamin Kunkel, para quem uma facada no pulmão de Bolsonaro seria preferível a uma no “pulmão do mundo” representado pela Amazônia.

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Mário Sérgio Conti, que é colunista e apresentador, virou piada nacional depois que entrevistou erroneamente um sósia do técnico Felipão. Agora, Conti demonstra estar ligado na última moda do jornalismo nacional ao relacionar Bolsonaro ao nazismo. Ele fez isso através de um trocadilho com o título de sua coluna. O “Sol Negro”, símbolo neonazista, é uma referência à violência de Bolsonaro contra a Amazônia, comparando o holocausto de judeus a queimadas nas florestas, o que no imaginário midiático é uma espécie de novo tipo de holocausto.

Ao pregar que a morte de Bolsonaro poderia ter salvo o planeta das queimadas na Amazônia, o colunista que também apresenta o programa “Diálogo”, na Globo News, reclama do fato de não haver governança global centralizada, queixando-se do inconveniente de o mundo estar submetido aos governos das nações, que mantém o mundo refém de pessoas odiadas pela elite progressista, como Bolsonaro e Trump.

Piada no meio jornalístico, Mário Sérgio Conti ganhou notoriedade recentemente quando entrevistou um sósia do técnico Felipão acreditando ser o original. Enganado pelas aparências, o colunista de meia idade demonstra agora conhecimento suficiente das últimas fórmulas jornalísticas de defesa do Planeta Terra, encarnando verdadeira missão sagrada pelo planeta, que incluiria, quem sabe, um novo atentado ao Presidente da República.

Símbolo de fake news da revista Veja

Mas Conti também ficou conhecido por ser o homem por trás da capa da Veja que derrubou Collor. Mas de todas as acusações contidas na entrevista com Pedro Collor, à época, o ex-presidente acabou sendo absolvido de todas pelo Supremo Tribunal Federral, como conta Paulo Nogueira, em um artigo publicado no site de extrema esquerda, Diário do Centro do Mundo. O fato inegavelmente mostra a total inconsistência da matéria da Veja, por trás da qual estava Conti. Mesmo assim, a matéria deu a Conti o título de “o homem que derrubou o presidente”.

 

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AnaCarolina
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AnaCarolina

Essas pessoas, contra o presidente, deveriam se envergonhar, pois estão atrasando o progressos em nosso país. Têm mais é que não renovar a concessão a rede Globo!!!

Almanakut Brasil
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Almanakut Brasil

Cuide dos teus comunistas aí no Inferno, Roberto Marinho!

Paulo Matsuda Guerriero
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Paulo Matsuda Guerriero

Ele não aprendeu com o caso do Paulo Henrique Amorim… não viu no que deu?

Maria Dalva Reis
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Maria Dalva Reis

Vcs são uns calhordas falar mal do presidente e falta de ética. Ele tem que ser respeitado.

Maria Divina
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Maria Divina

Canadá de urubus!

Desconfiado
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Desconfiado

Bem o que dizer desse verme. Que nem coragem de falar diretamente do seu lamento pela vida do presidente. Para mim não passa de um criminoso a sombra de outro.

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