Comentário de Guga Chacra simboliza o ódio às nações livres

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O comentário do correspondente da Globo News, Guga Chacra, no fim de semana das comemorações do Dia da Independência, é simbólico de uma classe jornalística inconformada com as resistências nacionais ao globalismo. Dizendo sentir “nojo do Brasil” e vergonha de ser brasileiro perante seus amigos liberais em Nova York, onde vive, Chacra diz odiar tudo o que o atual presidente da República representa, ou seja, valores familiares e o patriotismo.

Mas Guga é apenas um garoto propaganda de toda uma geração, embora ele seja jovem demais para estar tão ultrapassado em suas crenças. A geração é a dos deslumbrados com a globalização, era que tem sido frequentemente instrumentalizada para a defesa da ideologia globalista compartilhada por milionários de esquerda e grupos financeiros amantes do fim das fronteiras, supostamente em nome da paz.

O Brasil sonhado por Guga é o mesmo dos sonhos de grandes milionários e dos burocratas da ONU: um país que precise pedir permissão para qualquer mudança que possa eventualmente mudar o mundo, alegação que sempre contará o aval das mais chiques e bem financiadas comunidades científicas. É o país que está sendo construído de fato, nos bastidores, através da Agenda 2030, que submete os países aos critérios e princípios estrangeiros desde a política interna até o saneamento básico, a gestão territorial, uso de recursos etc.

O sonho de Guga é ver a Amazônia como um território internacional, cabendo ao Brasil a “honra” da gestão responsável e sempre, é claro, milimetricamente fiscalizado pelos técnicos internacionais. Guga só não quer o controle sobre as suas próprias contas, é claro. De resto, até a sua opinião ele venderia, se já não a submetesse integral e voluntariamente aos amiguinhos chiques dos fóruns sobre futebol e tênis. Coisa que ele não abre mão.

O ódio contra Bolsonaro é mais do que o desejo de literalmente matar o presidente, como ficou claro no recente artigo de Mário Sérgio Conti. O anseio pelo fim das nações é a marca registrada da ideologia de esquerda chique, aquela com escrúpulos de defender os Castro ou Maduro, mas sem nenhum temor de demonstrar sua predileção à educação sexual precoce em escolas, disfarce mais do que evidente para grupos pedófilos organizados pelo mundo, além de não hesitarem em manifestar opiniões que parecem ter vindo diretamente dos anos 1970, da já desgastada liberação sexual e dos ícones feministas que trazem a Ideologia de Gênero como mais nova forma de libertação das amarras do sistema.

Educados em boas escolas, tiveram sempre as melhores oportunidades, fator que os convenceu serem protagonistas da sagrada missão de educar, conscientizar, pacificar, conciliar e transformar a sociedade, o mundo e o planeta Terra, em algo melhor do que aquela pobreza ou miséria que conheceram por meio das lentes de um Sebastião Salgado, nas mostras que visitaram em Paris o Nova York.

A esquerda chique odeia nações. Essa ideia para eles tão obsoleta de um país ter, por meio de sua própria cultura e valores, o controle do próprio destino, parece-lhes autoritária e fascista, especialmente quando ela se confronta com ideais coletivistas que eles repetem da extrema esquerda, mas acreditando estarem defendendo uma cultura europeia de respeito e reciprocidade que se aproxima de uma etiqueta ou modos educados da elite cultural que pensam ser.

Para fazer parte dessa nata finíssima, alguns tributos são exigidos, como dizer que uma fala do presidente “não é digna do cargo”, desde que não seja dita por algum representante visto como legítimo da pobreza ou do proletariado.

Para eles, Lula ou o Papa Francisco rompiam os protocolos, as “liturgias” de seus cargos, devido o mais puro e humilde desdém com o poder e com as elites. Já Bolsonaro, rompe-os por ignorância invencível de alguém que, inegavelmente, não tem “berço” para ocupar cargo tão elevado, cuja liturgia, agora, parece envolta em sagrada tradição imutável.

Guga Chacra faz o papel de um “achado” no jornalismo brasileiro, cujo ódio ao Brasil, aos brasileiros e aos valores nacionais, simplesmente ganha moldura de genialidade juvenil e idealismo pacifista. É fácil vê-lo com bons olhos para quem vive da estética da emissora que xinga um menino de 9 anos de imbecil para depois pedir dinheiro ao povo brasileiro para ajudar as criancinhas no Criança Esperança.

Difícil é ver a genialidade de alguém que, no conforto de Nova York e de um salário em dólares, se dá o direito de destilar o ódio ao povo país que o assiste bovinamente, ofendendo milhões de brasileiros com o preconceito mais elitista com um povo que, coitado, não pode ter a iluminação do comentarista que vive em torneios de tênis em NY.

O ódio de Guga às nações livres, como Brasil, a Polônia, e aos valores dos EUA em que vive, torna-se ainda mais representativo e ícone da mídia da atualidade. Em comentário sobre o desfile de Independência da Polônia, em 2017, o comentarista chamou os 60 mil poloneses de nazistas, em atitude que foi repudiada pelo cônsul polonês e da qual nunca se desculpou.

O jornalismo brasileiro deste período certamente ficará na história do jornalismo e na história do Brasil. Mas certamente merece um episódio também da história da independência das nações e do avanço colonialista do globalismo cultural sobre as fronteiras livres e sobre os povos. E ao jornalismo caberá o papel de cúmplice mais covarde dos algozes deste novo imperialismo mundial.

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Leandro José
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Leandro José

Sensacional!! Parabéns a todos do estudos nacionais.

Almanakut Brasil
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Almanakut Brasil

GNews, a feita para apanhar e boa de cuspews.

Cuide dos teus comunistas aí no Inferno, Roberto Marinho!

luiz otávio carvalho volpe
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luiz otávio carvalho volpe

Excelente! perfeita a sua análise!

Higor Medeiros
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Higor Medeiros

Excelente texto. Parabéns.

Adriana
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Adriana

Que maravilha ler isso , sensacional ,.parabéns !