Combate ao crime: Brasil bate recorde na apreensão de cocaína

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Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
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O ministro Sérgio Moro, que comanda a pasta da Justiça e Segurança Pública, foi ao Twitter comemorar mais um número expressivo ligado ao combate ao crime, marca da sua gestão no Ministério.

Dessa vez, trata-se do recorde na apreensão de cocaína, pela Polícia Federal. No tweet, Moro exibe o seguinte gráfico:

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Como se vê, se comparado o período janeiro-julho dos últimos 7 anos, o volume interceptado da droga por nossas forças de segurança atingiu, agora em 2019, um índice bastante acima da média.

Moro tuítou, em comemoração:

“Comparação entre o volume de cocaína apreendida pela Polícia Federal de janeiro a julho de 2019 com os mesmos períodos dos anos anteriores. 60,7 toneladas, recorde”. 

O governo federal tem atribuído esses números vultosos — como a baixa em 22% nos homicídios — à postura de combate ostensivo à criminalidade, assumida pela administração Bolsonaro, e que, por força das circunstâncias tem sido seguida por governadores e prefeitos.

Abaixo da postagem principal, Moro acrescentou a seguinte provocação:

“Por qual motivo os crimes caem em todo país? Porque as forças de segurança do Governo de Jair Bolsonaro e as dos Estados estão trabalhando como nunca. Simples assim”.

Comentário

É interessante acrescentar que o Partido dos Trabalhadores, filiado ao Foro de São Paulo, sempre manteve relações amistosas — para dizer o mínimo — com as FARC (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) que é uma narco-guerrilha com larga atuação no tráfico de cocaína e armas no continente latino-americano.

Ademais, vale ressaltar que essa mesma FARC, segundo consta no livro-reportagem CV-PCC, A Irmandade do Crime, do jornalista Carlos Amorim, teve um papel importante na consolidação do crime organizado no Brasil, que é, segundo concluímos pela leitura da mesma obra, um filho dileto da esquerda política brasileira, nascido ali nos anos 70 e 80, nas prisões do Rio de Janeiro.

Aliás, os áudios de integrantes do PCC reclamando do Moro e se dizendo saudosos do PT, com quem eles podiam ter diálogo, corrobora o argumento.

 

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