CPAC: o conservadorismo que avança pelo mundo

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Após décadas de governos progressistas, social-democratas e socialistas, o mundo vê o conservadorismo reaparecer e avançar em diversos países. A esquerda internacionalista, que sempre contou com movimentos globais de discussão para revoluções em diversos países, se vê surpresa com a recorrência de governos conservadores que sobem ao poder e declaram-se anti-globalistas. É neste espírito que a Conservative Political Action Conference (CPAC), tradicional encontro norte-americano de políticos conservadores, expande-se a países como o Brasil e ocorre nos dias 11 e 12 de outubro deste ano.

Aliado a países como Polônia, EUA, Hungria e Reino Unido, o Brasil pode estar se tornando uma grande promessa do conservadorismo, após sucessivos governos de esquerda que marcaram escândalos de corrupção e um descontentamento popular ímpar na história do país. Agora, a terra natal do filósofo Olavo de Carvalho terá a sua versão do CPAC, graças aos esforços de Eduardo Bolsonaro (PSL-SP).

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Organizado nos EUA pela American Conservative Union (ACU), o CPAC é o maior evento conservador dos Estados Unidos e é realizado anualmente na cidade de Washington D.C. Segundo informações da organização, a ACU “luta por assuntos como liberdade econômica, valores tradicionais, segurança nacional e estado mínimo”.

Os principais valores defendidos pelo evento em sua versão internacional deverá ser, além das pautas econômicas e políticas, a defesa das soberanias nacionais contra avanços globalistas, ambientalistas, e os blocos econômicos, resultados dos arranjos programáticos entre socialistas e burocratas das Nações Unidas.

Fundada em 1964, a entidade nasceu representando valores conservadores e liberais, após a derrota do republicano Barry Goldwater para o democrata Lyndon Johnson nas eleições presidenciais. A primeira edição do CPAC foi realizada em 1973 tendo como convidado de honra o então governador da Califórnia Ronald Reagan, futuro presidente da República. Reagan participou diversas vezes do evento enquanto presidente.

Em 46 anos de história, além de Reagan, o CPAC recebeu nos seus palcos outros presidentes dos EUA, como George W. Bush Donald Trump, principal estrela dos últimos eventos. Atualmente, a ACU está sob o comando de Matt Schlapp. Em sua carreira política, ele se destacou como conselheiro do presidente George W. Bush.

Mercedes Schlapp, esposa do chefe da ACU, atuou como Diretora de Comunicações no governo Trump, estando atualmente engajada na campanha de reeleição do chefe da Casa Branca.

No Brasil, o primeiro evento do CPAC ocorrerá em São Paulo, nos dias 11 e 12 de outubro. De acordo com a organização da reunião, em breve serão anunciados os primeiros palestrantes confirmados.

Evento já foi alvo de censura nas redes sociais nos EUA

O evento conservador anunciado para o Brasil foi um dos exemplos de temas censurados pelo Facebook, na denúncia de um ex-funcionário da empresa, em 2016. Na época, o site Gizmodo publicou uma reportagem fruto de entrevista com ex-funcionários da rede social, que dava detalhes sobre formas de censura utilizadas para boicotar o evento.

As ações de censura tiveram como principais alvos os influenciadores digitais como Mitt Romney (9,7 milhões de seguidores) e Rand Paul (2,06 milhões de seguidores). O ex-funcionário afirmava que a manipulação feita, citando episódios, teria tido como alvo prejudicar a disseminação de publicações sobre o evento CPAC. 

Leia mais na matéria abaixo

https://www.estudosnacionais.com/noticias/mundo/evento-conservador-cpac-era-um-dos-alvos-de-censura-do-facebook-em-denuncia-de-ex-funcionario/

 

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